Olá amigos, sejam bem-vindos !!
Este é um espaço reservado para que possamos refletir um pouco sobre a espiritualidade. Estudem, comentem e estejam à vontade!
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sábado, 4 de outubro de 2008
CONVITE À ALEGRIA
"Mas eu vos tornarei a ver e o vosso coração se encherá de alegria e essa alegria ninguém vo-la tirará."
(João: capítulo 16º, versículo 22.)
A constrição dos muitos problemas a pouco e pouco vem deixando ressaibos de amarguras e tens a impressão de que os melhores planos traçados nos painéis da esperança, agora são lembranças que a dura realidade venceu.
Tantos esforços demoradamente envidados parecem redundar em lamentáveis escombros.
A fortuna fácil que alguns amigos granjearam e o êxito na ribalta social por outros lobrigado, afirmam o que consideras o fracasso das tuas aspirações.
Na jornada quotidiana "marcas passos".
Na disputa das posições segues ladeira acima.
No círculo das amizades cais na "rampa do desprezo".
No reduto da família és um "estranho em casa
Aguilhões e escolhos surgem, multiplicam-se e estás a ponto de desistir.
Mesmo assim, cultiva a alegria.
Sorri ante a dadivosa oportunidade de ascender em espírito, quando outros estacionam ou decaem.
Exulta por dispores do tesouro que é a oportunidade feliz de não apenas te libertares das dívidas como também granjeares títulos de enobrecimento interior.
Rejubila-te com a honra de liberar-te quando outros se comprometem.
Triunfos e lauréis são antes responsabilidades e empréstimos de que somente poucos, quase raros espíritos conseguem desincumbir-se sem gravames ou insucessos dolorosos.
O sol que oscula a fonte e rocia a pétala da rosa é o mesmo que aquece o charco e o transforma, em nome do Nosso Pai, como a dizer-nos que o Seu amor nos chega sempre em qualquer situação e lugar em que nos encontremos.
Recorda a promessa de Jesus de voltar a encontrar-se contigo, dando-te a alegria que ninguém poderá tomar.
Cultiva, assim, a alegria, que independe das coisas de fora, mas que nasce na fonte cantante e abençoada do solo do coração e verte linfa abundante como rio de paz, por todos os dias até a hora da libertação — começo feliz da via por onde seguirás na busca da ventura plena.
(João: capítulo 16º, versículo 22.)
A constrição dos muitos problemas a pouco e pouco vem deixando ressaibos de amarguras e tens a impressão de que os melhores planos traçados nos painéis da esperança, agora são lembranças que a dura realidade venceu.
Tantos esforços demoradamente envidados parecem redundar em lamentáveis escombros.
A fortuna fácil que alguns amigos granjearam e o êxito na ribalta social por outros lobrigado, afirmam o que consideras o fracasso das tuas aspirações.
Na jornada quotidiana "marcas passos".
Na disputa das posições segues ladeira acima.
No círculo das amizades cais na "rampa do desprezo".
No reduto da família és um "estranho em casa
Aguilhões e escolhos surgem, multiplicam-se e estás a ponto de desistir.
Mesmo assim, cultiva a alegria.
Sorri ante a dadivosa oportunidade de ascender em espírito, quando outros estacionam ou decaem.
Exulta por dispores do tesouro que é a oportunidade feliz de não apenas te libertares das dívidas como também granjeares títulos de enobrecimento interior.
Rejubila-te com a honra de liberar-te quando outros se comprometem.
Triunfos e lauréis são antes responsabilidades e empréstimos de que somente poucos, quase raros espíritos conseguem desincumbir-se sem gravames ou insucessos dolorosos.
O sol que oscula a fonte e rocia a pétala da rosa é o mesmo que aquece o charco e o transforma, em nome do Nosso Pai, como a dizer-nos que o Seu amor nos chega sempre em qualquer situação e lugar em que nos encontremos.
Recorda a promessa de Jesus de voltar a encontrar-se contigo, dando-te a alegria que ninguém poderá tomar.
Cultiva, assim, a alegria, que independe das coisas de fora, mas que nasce na fonte cantante e abençoada do solo do coração e verte linfa abundante como rio de paz, por todos os dias até a hora da libertação — começo feliz da via por onde seguirás na busca da ventura plena.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Convite ao Desprendimento

"Não ajunteis para vós tesouros
na terra, onde a traça e a ferrugem
os consomem, e onde os ladrões
penetram e roubam..."
(Mateus: 6-19.)
Desprendimento na qualidade de desapego, não de estroinice nem dissipação.
Todo e qualquer motivo que ata à retaguarda sob condicionamentos retentivos se transforma em cadeia escravizante.
Os objetos a que o homem se apega valem os preços que lhes são emprestados, constituindo-se elos a impedirem o avanço do possuidor, na direção do futuro...
Desapego, portanto, em forma de libertação do liame pessoal egoístico e tormentoso que constitui presídio e patíbulo para quem se fixa negativamente como para aquele que se faz vítima afetiva.
Liberta-se das aflições constritivas, asfixiantes, para marchar com segurança.
Doa com alegria quanto possas, generosamente.
O que distribuis com equilíbrio e lucidez multiplica-se, o que reténs reduz-se.
Abundância, como excesso, engendram miséria e loucura.
Distende assim, mão generosa na alfândega da fraternidade, mas liberta-te da emotividade desregrada, da posse afetuosa e objetos, animais e pessoas, porquanto mais carinhos que te mereçam, mais devoção que lhes dês, chegará o dia de atravessares o portal do túmulo, fazendo-o solitário, livre de amarras ou jungido ao que se demorará, a desgastar-se pela ferrugem, pelo azinhavre, corroído ou simplesmente em trânsito por outras mãos ante a tua tormentosa impossibilidade de reter e interferir.
Franco, Divaldo Pereira. Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis. Convites da Vida.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Na Direção do Bem
O Senhor tudo criou na direção do bem.
Todas as criaturas, por isto, são chamadas a produzir proveitosamente.
A erva tenra sustenta os animais.
A fonte oculta socorre o inseto humilde.
A árvore é abençoada companheira dos homens.
A flor produzirá fruto.
O fruto dar-nos-á mesa farta.
O rio distribui as águas.
A chuva lava o céu e sacia a terra sedenta.
A pedra faz o alicerce de nossa casa.
A boa palavra revela a bom caminho.
Como desconhecer os santos propósitos da vida, se a natureza que a sustenta reflete os sábios desígnios da Providência?
Grande escola para o nosso espírito, a Terra é um livro gigantesco em que podemos ler a mensagem de amor universal que o Pai Celeste nos envia.
Desde a gota de orvalho que alimenta a cacto espinhoso, à luz do Sol que brilha no alto para todos os seres, podemos sentir o apelo da Infinita Sabedoria ao serviço de cooperação na felicidade, na paz e na alegria dos semelhantes.
Todo homem e toda mulher nascem no mundo para tarefas santificantes, segundo a Divina Lei.
Com alegria, o bom administrador governa as interesses do povo.
Com alegria, a bom lavrador ara o solo e protege a sementeira.
O homem que semeia no chão, garantindo a subsistência das criaturas, é irmão daquele que dirige o pensamento das nações para o conhecimento divino.
A mulher que recebe homenagens pelas suas virtudes públicas é irmã daquela que, na intimidade do lar, se sacrifica pela criancinha doente.
Deus conhece as pessoas pelo que produzem, assim como nós conhecemos as árvores pelos frutos que nos estendem.
Em razão disto, os homens bons são amados e respeitados.
A presença deles atrai o carinho e a veneração dos semelhantes. Os maus, todavia, são portadores de ações e palavras indesejáveis e toda gente lhes evita o convívio, tanto quanto nos afastamos das plantas espinhosas e ingratas.
O homem bom compreende que a vida lhe pede a benção do serviço e levanta-se cada manhã, pensando: - "Que belo dia para trabalhar!"
O mau, porém, ergue-se de mau humor. Não sabe sorrir para os que o cercam e costuma exclamar: - "Dia terrível! Que destino cruel! Detesto o trabalho e odeio a vida!"
Um homem, qual esse, precisa de auxílio dos homens bons, porque em não se dedicando ao serviço digno será realmente muito infeliz.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Alvorada Cristã. Ditado pelo Espírito Neio Lúcio.
Todas as criaturas, por isto, são chamadas a produzir proveitosamente.
A erva tenra sustenta os animais.
A fonte oculta socorre o inseto humilde.
A árvore é abençoada companheira dos homens.
A flor produzirá fruto.
O fruto dar-nos-á mesa farta.
O rio distribui as águas.
A chuva lava o céu e sacia a terra sedenta.
A pedra faz o alicerce de nossa casa.
A boa palavra revela a bom caminho.
Como desconhecer os santos propósitos da vida, se a natureza que a sustenta reflete os sábios desígnios da Providência?
Grande escola para o nosso espírito, a Terra é um livro gigantesco em que podemos ler a mensagem de amor universal que o Pai Celeste nos envia.
Desde a gota de orvalho que alimenta a cacto espinhoso, à luz do Sol que brilha no alto para todos os seres, podemos sentir o apelo da Infinita Sabedoria ao serviço de cooperação na felicidade, na paz e na alegria dos semelhantes.
Todo homem e toda mulher nascem no mundo para tarefas santificantes, segundo a Divina Lei.
Com alegria, o bom administrador governa as interesses do povo.
Com alegria, a bom lavrador ara o solo e protege a sementeira.
O homem que semeia no chão, garantindo a subsistência das criaturas, é irmão daquele que dirige o pensamento das nações para o conhecimento divino.
A mulher que recebe homenagens pelas suas virtudes públicas é irmã daquela que, na intimidade do lar, se sacrifica pela criancinha doente.
Deus conhece as pessoas pelo que produzem, assim como nós conhecemos as árvores pelos frutos que nos estendem.
Em razão disto, os homens bons são amados e respeitados.
A presença deles atrai o carinho e a veneração dos semelhantes. Os maus, todavia, são portadores de ações e palavras indesejáveis e toda gente lhes evita o convívio, tanto quanto nos afastamos das plantas espinhosas e ingratas.
O homem bom compreende que a vida lhe pede a benção do serviço e levanta-se cada manhã, pensando: - "Que belo dia para trabalhar!"
O mau, porém, ergue-se de mau humor. Não sabe sorrir para os que o cercam e costuma exclamar: - "Dia terrível! Que destino cruel! Detesto o trabalho e odeio a vida!"
Um homem, qual esse, precisa de auxílio dos homens bons, porque em não se dedicando ao serviço digno será realmente muito infeliz.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Alvorada Cristã. Ditado pelo Espírito Neio Lúcio.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
CONTIGO MESMO

"... O dever começa precisamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranqüilidade do vosso próximo;termina no limite que não gostaríeis de ver ultrapassado em relação a vós mesmos..." (Cap. XVII, item 7.)
Como decifrar o dever?
De que maneira observar o dever íntimo impresso na consciência, diante de tantos deveres sociais, profissionais e afetivos que muitas vezes nos impõem caminhos divergentes?
Efetivamente, nasceste e cresceste apenas para seres único no mundo. Em lugar algum existe alguém igual a tua maneira de ser; portanto, não podes perder de vista essa verdade, para encontrares o dever que te compete diante da vida.
Teu primordial compromisso é contigo mesmo, e tua tarefa mais importante na Terra, para a qual és o único preparado, é desenvolver tua individualidade no transcorrer de tua longa jornada evolutiva.
A preocupação com os deveres alheios provoca teu distanciamento das próprias responsabilidades, pois não concretizas teus ideais nem deixas que os outros cumpram com suas funções. Não nos referimos aqui à ajuda real, que é sempre importante, mas à intromissão nas competências do próximo, impedindo-o de adquirir autonomia e vida própria.
Assumir deveres dos outros é sabotar os relacionamentos que poderiam ser prósperos e duradouros. Por não compreenderes bem teu interior, é que te comparas aos outros, esquecendo-te de que nenhum de nós está predestinado a receber, ao mesmo
tempo, os mesmos ensinamentos e a fazer as mesmas coisas, pois existem inúmeras formas de viver e de evoluir. Lembra-te de que deves importar-te somente com a tua maneira de ser.
Não podemos nos esquecer de que aquele que se compara com os outros acaba se sentindo elevado ou rebaixado. Nunca se dá o devido valor e nunca se conhece verdadeiramente.
Teus empenhos íntimos deverão ser voltados apenas para tua pessoa, e nunca deverás tentar acomodar pontos de vista diversos, porque, além de te perderes, não ajustarás os limites onde começa a ameaça à tua felicidade, ou à felicidade do teu próximo.
Muitos acreditam que seus deveres são corrigir e reprimir as atitudes alheias.
Vivem em constantes flutuações existenciais por não saberem esperar o fluxo da vida agir naturalmente. Asseveram sempre que suas obrigações são em "nome da salvação" e, dessa forma, controlam as coisas ou as forçam acontecer, quando e como querem.
Dizem: -"Fazemos isso porque só estamos tentando ajudar". Forçam eventos, escrevem roteiros, fazem o que for necessário para garantir que os atores e as cenas tenham o desempenho e o desenlace que determinaram e acreditam, insistentemente, que seu
dever é salvar almas, não percebendo que só podem salvar a si próprios.
Nosso dever é redescobrir o que é verdadeiro para nós e não esconder nossos sentimentos de qualquer pessoa ou de nós mesmos, mas sim ter liberdade e segurança em nossas relações pessoais, para decidirmos seguir na direção que escolhemos. Não "devemos" ser o que nossos pais ou a sociedade querem nos impor ou definir como melhor. Precisamos compreender que nossos objetivos e finalidades de vida têm valor unicamente para nós; os dos outros, particularmente para eles.
Obrigação pode ser conceituada como sendo o que deveríamos fazer para agradar as pessoas, ou para nos enquadrar no que elas esperam de nós; já o dever é um processo de auscultar a nós mesmos, descortinando nossa estrada interior, para, logo após,
materializá-la num processo lento e constante.
Ao decifrarmos nosso real dever, uma sensação de auto-realização toma conta de nossa atmosfera espiritual, e passamos a apreciar os verdadeiros e fundamentais valores da vida, associados a um prazer inexplicável.
Lembremo-nos da afirmação do espírito Lázaro em "O Evangelho Segundo o Espiritismo":
"O dever é a obrigação moral, diante de si mesmo primeiro, e dos outros em seguida.
(cap. XVII, item 7)
Renovando atitudes- Francisco do Espírito Santo Neto/ Hammed
Novena Milagrosa de Santa Teresinha
(esta novena pode ser começada em qualquer dia do mês; há um grande número de amigos de Santa Teresinha que fazem a novena de 9 a 17 de cada mês)
Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, eu Vos agradeço todos os favores, todas as graças com que enriquecestes a alma de Vossa serva Santa Teresinha do Menino Jesus, durante os 24 anos que passou na terra e, pelos méritos de tão querida Santinha, concedei a graça que ardentemente Vos peço – (faça o pedido da graça) – se for conforme a Vossa Santíssima vontade e para a salvação de minha alma.
Ajudai a minha fé e minha esperança cumprindo mais uma vez Vossa promessa de que ninguém Vos invocaria em vão, fazendo-me ganhar uma rosa, sinal de que alcançarei a graça pedida.
Reza-se em seguida 24 vezes: “GLÓRIA AO PAI, AO FILHO E AO ESPÍRITO SANTO ASSIM COMO ERA NO PRINCÍPIO, AGORA E SEMPRE, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS , AMÉM.”
Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós.
(final: Ave Maria/Pai Nosso)
ORAÇÃO FINAL PARA
TODOS OS DIAS
Óh! Angélica Teresinha, que tanto amastes ao próximo até desejardes “passar vosso céu fazendo o bem na terra”, ouvi as humildes súplicas que vos dirigimos e fazei cair sobre nós um “chuveiro de rosas”. Ah! Amável Santinha, ensinai-nos a amar o Bom Deus como O amastes, dando-nos parte na “legião de pequeninas vítimas” dignas do Divino Amor, até que caídos os véus da fé, possamos gozar “face a face” daquele Deus que vos cumulou de suas mais eternas carícias. Assim seja.
2º DIA
Santa Teresinha, lírio de pureza, vós que conservastes a vossa alma toda pura, não a maculando com a menor falta voluntária, pois “desde a mais terna infância jamais recusastes o menor sacrifício a Jesus”, obtende-nos a preciosa graça de uma fidelidade de cada instante às inspirações divinas, para que sejam também nossas almas jardins de lírios, onde com delícias “se apascente o Cordeiro Imaculado”. Assim seja.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai e Oração Final)
3º DIA
Santa Teresinha, violeta de humildade, que vos sentíeis feliz reconhecendo achar em vossa fraqueza toda a vossa força, que apreciáveis mais as luzes sobre a fé, e assim atraístes os olhares de complacência do Pai Celeste, alcançai-nos a graça de saber “gloriar-nos em nossas fraquezas”, para que se realize em vós o oráculo do Divino Mestre: “Todo aquele que se humilha será exaltado”. Assim seja.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai e Oração Final)
4ª DIA
Santa Teresinha, que sob o gracioso símbolo de pequeninas flores, soubestes aproveitar todas as horas de sofrimentos, tornando vosso cantar tanto mais melodioso, quantos mais longos e pungentes eram os espinhos entre os quais colhíeis as rosas de uma rigorosa e constante mortificação, obtende-nos a graça de amar as cruzes que encontramos em nosso caminho, a fim de nos tornarmos verdadeiros discípulos daquele que disse: “Quem quiser ser meu discípulo negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”. Assim seja.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai e Oração Final)
5º DIA
Santa Teresinha, que tão bem realizastes a vida de infância espiritual, descobrindo nela o segredo da santidade, conservando-vos “sempre pequenina, reconhecendo vosso nada e tudo esperando do Bom Deus, como a criancinha tudo espera de seu Pai”, alcançai-nos com vossa poderosa intercessão nossa conversão completa a essa encantadora via que o Divino Mestre nos mostra necessária à conquista da Pátria, quando diz: “Eu vos digo, em verdade, se não vos converterdes e não vos tornardes como criancinhas, não entrareis no reino dos céus”. Assim seja.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai e Oração Final)
6ª DIA
Santa Teresinha, flor predilecta do jardim do Carmelo, vós que soubestes arrebatar o Coração Divino pela confiança cega e seu amor misericordioso, levando-a a ponto de dizerdes que “mesmo que tivésseis sobre a consciência todos os crimes que se podem cometer, nada perderíeis de vossa confiança”, porque compreendestes os tesouros do amor e da misericórdia divina, ah! obtende-nos a graça de mesmo no meio de nossas maiores misérias, jamais perdermos a confiança em nosso Divino Salvador que deu até a última gota de sangue para nos remir; para que, assim confiando sempre, consigamos a vida eterna, pois “quem confia no Senhor não será confundido”. Assim seja.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai e Oração Final)
7º DIA
Santa Teresinha, que sob os véus de uma vida comum e obscura, chegastes à mais íntima união com Deus, a ponto de dizerdes que “no céu veríeis a Deus sim, mas quanto a estardes com Ele já o estáveis na terra”, ah! Alcançai-nos a graça de compreender o valor da recta intenção, para que
por ela santifiquemos as nossas acções ordinárias e atinjamos como vós a mais íntima união com nosso Pai Celeste, ocultando nossa vida com Jesus Cristo em Deus. Assim seja.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai e Oração Final)
8º DIA
Santa Teresinha, que glorificastes de um modo inefável ao Bom Deus pelo abandono completo de vós mesma em suas divinas mãos: vós que, no meio das mais duras provas, permanecíeis numa paz profunda que nada podia perturbar, ah! Ensinai-nos esse caminho luminoso da confiança e do total abandono para que, no meio de todas as trevas que cercam o nosso exílio, possamos gozar “da paz celestial que excede a todo sentimento”. Assim seja.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai e Oração Final)
9º DIA
Santa Teresinha, que como águia real pairastes sempre nas regiões do alto, bem longe desta terra de misérias, pedindo ao vosso Deus que “as criaturas nada fossem para vós e vós nada para elas”, obtende-nos a graça de um perfeito desapego de tudo que passa e fazei que embora exilados neste vale de lágrimas tenhamos “nossa conversão no céu” até que convosco eternamente cantemos as misericórdias divinas. Assim seja.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai e Oração Final)
Outras orações a Santa Teresinha
Súplicas
Ó Santa Teresinha, Serafim de amor, vós que tão bem compreendestes a palavra dos Livros Santos “Deus é amor” e que soubestes corresponder a esse amor, amando-O a ponto de exclamardes que “o amor divino vos prevenira desde a infância e se tornara em vós um abismo de profundeza insondável”, obtende-nos a graça de amarmos cada vez mais a Deus, começando nesta vida o cântico de amor, que convosco no céu durará eternamente, porque a “caridade jamais se extingue”. Assim seja.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai)
Consagração a Santa Teresinha
Aos pés de vossa Santa Imagem, ó Santa Teresinha, glória do Carmelo e auxílio certo dos que a Vós recorrem, venho tomar-vos por minha especial Protectora e Advogada. Ponho-me inteiramente sob vossa protecção, confio sem vacilar que me haveis de valer e socorrer na vida e na morte. Ó minha celestial Santinha, velai sobre o meu corpo sobre a minha alma, tomai à vossa conta todos os meus interesses, socorrei-me em todas as minhas necessidades. Ensinai-me a amar Jesus e a Maria e a conseguir o bem para que fui criado, que é conhecer, amar, reverenciar e servir a Deus nesta vida e gozá-lo eternamente na Pátria bem-aventurada.
Ó Santa Teresinha, abençoai-me e salvai-me.
Amém.
BEM AVENTURADOS
André Luiz
Bem-aventurados os aflitos
Que, chorando - não se desanimam,
Que, ofendidos - não revidam,
Que, esquecidos pelos outros - não olvidam os deveres que lhes são próprios,
Que, dilacerados - não ferem,
Que, caluniados - não caluniam,
Que, desamparados - não desamparam,
Que, acoitados - não praguejam,
Que, injustiçados - não se justificam,
Que, traídos - não atraiçoam,
Que, perseguidos - não perseguem,
Que, desprezados - não desprezam,
Que, ridicularizados - não ironizam,
Que, sofrendo - não fazem sofrer...
Até agora, raros aflitos da Terra conseguiram merecer as bem-aventuranç as do Céu, porque, realmente, com amor puro somente o Grande Aflito da Cruz se entregou ao sacrifício total pelos próprios verdugos, rogando perdão para a ignorância deles e voltando das trevas do túmulo para socorrer e salvar, com sua ressurreição e com o seu devotamento, a Humanidade inteira.
Psicografia em Reunião Publica Data - 17-12-1951
Local - Centro Espírita Luiz Gonzaga, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas
Do Livro "Através do Tempo", de Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos
Bem-aventurados os aflitos
Que, chorando - não se desanimam,
Que, ofendidos - não revidam,
Que, esquecidos pelos outros - não olvidam os deveres que lhes são próprios,
Que, dilacerados - não ferem,
Que, caluniados - não caluniam,
Que, desamparados - não desamparam,
Que, acoitados - não praguejam,
Que, injustiçados - não se justificam,
Que, traídos - não atraiçoam,
Que, perseguidos - não perseguem,
Que, desprezados - não desprezam,
Que, ridicularizados - não ironizam,
Que, sofrendo - não fazem sofrer...
Até agora, raros aflitos da Terra conseguiram merecer as bem-aventuranç as do Céu, porque, realmente, com amor puro somente o Grande Aflito da Cruz se entregou ao sacrifício total pelos próprios verdugos, rogando perdão para a ignorância deles e voltando das trevas do túmulo para socorrer e salvar, com sua ressurreição e com o seu devotamento, a Humanidade inteira.
Psicografia em Reunião Publica Data - 17-12-1951
Local - Centro Espírita Luiz Gonzaga, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas
Do Livro "Através do Tempo", de Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos
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