REVISTA ESPIRITA JANEIRO/1858
(pag. 13 a 15)
Lemos o que se segue, em le Spiritualiste de Ia Nouvelle-Orléans, do mês de fevereiro de 1857:
- "Recentemente, nos perguntamos se todos os Espíritos, indistintamente, fazem mover as mesas, produzem ruídos, etc., e logo a mão de uma dama, muito séria para brincar com essas coisas, traça, violentamente estas palavras:
- "Quem faz os macacos dançarem em vossas ruas? São os homens superiores?"
"Um amigo, espanhol de nascimento, que era espiritualista, e que morreu no verão passado, nos deu diversas comunicações; numa delas, acha-se esta passagem:
"As manifestações que procurais não estão entre aquelas que agradam mais aos Espíritos sérios e elevados. Confessamos, todavia, que elas têm sua utilidade, porque, mais que nenhuma outra, talvez, elas podem servir para convencer os homens de hoje.
"Para obter essas manifestações, é preciso, necessariamente, que se desenvolvam certos médiuns, cuja constituição física esteja em harmonia com os Espíritos que podem produzi-las. Ninguém duvida que não os vereis, mais tarde, se desenvolverem entre vós; e, então, não serão mais pequenos golpes que ouvireis, mas, ruídos semelhantes a um fogo circulante de fuzilaria entremeado de tiros de canhão.
"Em uma parte recuada da cidade, se acha uma casa habitada por uma família alemã; aí se ouvem ruídos estranhos, ao mesmo tempo certos objetos são deslocados; pelo menos, nos asseguram, porque não o verificamos; mas, pensando que o chefe dessa família poderia nos ser útil, convidamo-lo a algumas sessões que têm por objetivo esse gênero de manifestações, e, mais tarde, a mulher desse bravo homem não quis que continuasse a ser dos nossos, porque, nos disse esse último, o barulho aumentou entre eles. A esse propósito, eis o que nos foi escrito pela mão da Senhora.......
"Não podemos impedir os Espíritos imperfeitos de fazerem barulho, ou outras coisas aborrecidas e mesmo apavorantes; mas o fato de estarem em relação conosco, que somos bem intencionados, não pode senão diminuir a influência que exercem sobre o médium em questão."
Faremos notar a concordância perfeita que existe entre o que os Espíritos disseram em Nova Orleans, com respeito à fonte das manifestações físicas, e o que foi dito a nós mesmos. Nada poderia, com efeito, pintar essa origem com mais energia do que esta resposta, ao mesmo tempo, tão espiritual e tão profunda: "quem faz dançar os macacos nas nossas ruas? São os homens superiores?"
Teremos ocasião de narrar, segundo os jornais da América, numerosos exemplos dessas espécies de manifestações, bem mais extraordinárias do que aquelas que acabamos de citar. Responder-nos-ão, sem dúvida, com este provérbio: tem belo mentir que vem de longe. Quando coisas tão maravilhosas nos chegam de duas mil léguas, e quando não se pode verificá-las, concebe-se a dúvida; mas esses fenômenos atravessaram os mares com o senhor Home, que dele nos deu amostras. É verdade que o senhor Home não se colocou num teatro para operar seus prodígios, e que todo o mundo, pagando um preço de entrada, não pôde vê-los; por isso, muitas pessoas o tratam de hábil prestidigitador, sem refletir que a elite da sociedade, que foi testemunha desses fenômenos, não se prestaria, benevolente-mente, a lhes servir de parceiro. Se o senhor Home tivesse sido um charlatão, não estaria precavido em recusar as ofertas brilhantes de muitos estabelecimentos públicos, e teria re-colhido o ouro a mãos cheias. Seu desinteresse é a resposta, a mais peremptória, que se possa dar aos seus detratores. Um charlatanismo desinteressado seria sem sentido e uma monstruosidade. Falaremos, mais tarde e com mais detalhes, do senhor Home e da missão que o levou à França. Eis, à espera disso, um fato de manifestação espontânea que distinto médico, digno de toda confiança, nos relatou, e que é tão mais autêntico quanto as coisas se passaram entre seus conhecidos pessoais.
Uma família respeitável tinha por empregada doméstica uma jovem órfã de catorze anos, cuja bondade natural e a doçura de caráter lhe haviam granjeado a afeição dos seus senhores. No mesmo quarteirão, habitava uma outra família cuja mulher tinha, não se sabe porque, tomado essa jovem em antipatia, de tal modo que supunha espécie de mau proceder, do qual ela não fora causa. Um dia, quando voltava, a vizinha saiu furiosa, armada de uma vassoura, e quis atingi-la. Assustada, ela se precipita contra a porta, quer tocar, infeliz-mente o cordão se encontra cortado, e ela não pode alcançá-lo; mas, eis que a campainha se agita por si mesma, e se lhe vem abrir. Em sua perturbação, ela não se inteirou do que havia se passado; mas, desde então, a campainha continuou a tocar, de tempo em tempo, sem motivo conhecido, tanto de dia quanto à noite, e quando se ia ver à porta, não se encontrava ninguém. Os vizinhos do quarteirão foram acusados de pregar essa má peça; foi dada queixa perante o comissário de polícia, que fez uma investigação, procurou se algum cordão secreto comunicava fora, e não pôde nada descobrir; entretanto, a coisa persistia, cada vez mais, em detrimento do repouso de todo o mundo, e, sobretudo, da pequena pagem, acusada de ser a causa desse barulho. Segundo o conselho que lhes foi dado, os senhores da jovem decidiram afastá-la deles, e a colocaram com amigos no campo. Desde então, a campainha permaneceu tranqüila, e nada de semelhante se produziu no novo domicílio da órfã.
Esse fato, como muitos outros que vamos relatar, não se passou nas margens do Missouri ou do Ohio, mas, em Paris, Passagem dos Panoramas. Resta, agora, explicá-lo. A jovem não tocou a campainha, isso é positivo; ela estava muito terrificada com o que se passara para pensar em uma travessura da qual fora a primeira vítima.
Uma coisa não menos positiva, era que a agitação da campainha se devia à sua presença, uma vez que o efeito cessou quando ela partiu. O médico, que testemunhou o fato, explica-o por uma possante ação magnética, exercida pela jovem, inconscientemente. Essa razão não nos parece concludente, pois, por que teria ela perdido essa força depois da sua partida? A isso, disse que o terror inspirado pela presença da vizinha deveu produzir, na jovem, uma superexcitação de maneira a desenvolver a ação magnética, e que o efeito cessou com a causa. Confessamos não estar convencidos com esse raciocínio. Se a intervenção de uma força oculta não está aqui demonstrada de maneira peremptória, é ao menos provável, segundo os fatos análogos que conhecemos. Admitindo, pois, essa intervenção, diremos que, na circunstância em que o fato se produziu na primeira vez, um Espírito protetor, provavelmente, quis que a jovem escapasse do perigo que corria; que, malgrado a afeição que seus senhores tinham por ela, talvez, era do seu interesse que ela saísse daquela casa, eis porque o ruído continuou até que tivesse partido.
Olá amigos, sejam bem-vindos !!
Este é um espaço reservado para que possamos refletir um pouco sobre a espiritualidade. Estudem, comentem e estejam à vontade!
VISITAS:
domingo, 1 de fevereiro de 2009
EXPLICAÇÃO DE ALGUNS FENÔMENOS CONSIDERADOS SOBRENATURAIS MANIFESTAÇÕES FÍSICAS. – MEDIUNIDADE
A GÊNESE
CAPÍTULO XIV - OS FLUIDOS
40. - Os fenômenos das mesas girantes e falantes, da suspensão etérea de corpos pesados, da escrita mediúnica, tão antigos quanto o mundo, porém vulgares hoje, facultam a explicação de alguns outros, análogos e espontâneos, aos quais, pela ignorância da lei que os rege, se atribuía caráter sobrenatural e miraculoso. Tais fenômenos têm por base as propriedades do fluido perispirítico, quer dos encarnados, quer dos Espíritos livres.
41. - Por meio do seu perispírito é que o Espírito atuava sobre o seu corpo vivo; ainda por intermédio desse mesmo fluido é que ele se manifesta; atuando sobre a matéria inerte, é que produz ruídos, movimentos de mesa e outros objetos, que os levanta, derriba, ou transporta. Nada tem de surpreendente esse fenômeno, se considerarmos que, entre nós, os mais possantes motores se encontram nos fluidos mais rarefeitos e mesmo imponderáveis, como o ar, o vapor e a eletricidade.
É igualmente com o concurso do seu perispírito que o Espírito faz que os médiuns escrevam, falem, desenhem. Já não dispondo de corpo tangível para agir ostensivamente quando quer manifestar-se, ele se serve do corpo do médium, cujos órgãos toma de empréstimo, corpo ao qual faz que atue como se fora o seu próprio, mediante o eflúvio fluídico que verte sobre ele.
42. - Pelo mesmo processo atua o Espírito sobre a mesa, quer para que esta se mova, sem que o seu movimento tenha significação determinada, quer para que dê pancadas inteligentes, indicativas das letras do alfabeto, a fim de formarem palavras e frases, fenômeno esse denominado tiptologia. A mesa não passa de um instrumento de que o Espírito se utiliza, como se utiliza do lápis para escrever. Para esse efeito, dá-lhe ele uma vitalidade momentânea, por meio do fluido que lhe inocula, porém absolutamente não se identifica com ela.
Praticam um ato ridículo as pessoas que, tomadas de emoção ao manifestar-se um ser que lhes é caro, abraçam a mesa; é exatamente como se abraçassem a bengala de que um amigo se sirva para bater no chão. O mesmo fazem os que dirigem a palavra à mesa, como se o Espírito se achasse metido na madeira, ou como se a madeira se houvesse tornado Espírito.
Quando comunicações são transmitidas por esse meio, deve-se imaginar que o Espírito está, não na mesa, mas ao lado, tal qual estaria se vivo se achasse e como seria visto, se no momento pudesse tornar-se visível. O mesmo ocorre nas comunicações pela escrita: ver-se-ia o Espírito ao lado do médium, dirigindo-lhe a mão ou transmitindo-lhe pensamentos por meio de uma corrente fluídica.
43. - Quando a mesa se destaca do solo e flutua no espaço sem ponto de apoio, o Espírito não a ergue com a força de um braço; envolve-a e penetra-a de uma espécie de atmosfera fluídica que neutraliza o efeito da gravitação, como faz o ar com os balões e papagaios.
O fluido que se infiltra na mesa dá-lhe momentaneamente maior leveza específica. Quando fica pregada ao solo, ela se acha numa situação análoga à da campânula pneumática sob a qual se fez o vácuo. Não há aqui mais que simples comparações destinadas a mostrar a analogia dos efeitos e não a semelhança absoluta das causas. (O Livro dos Médiuns, 2ª Parte, cap. IV.)
Compreende-se, depois do que fica dito, que não há para o Espírito, maior dificuldade em arrebatar uma pessoa, do que em arrebatar uma mesa, em transportar um objeto de um lugar para outro, ou em atirá-lo seja onde for.
Todos esses fenômenos se produzem em virtude da mesma lei. (1)
Quando as pancadas são ouvidas na mesa ou algures, não é que o Espírito esteja a bater com a mão, ou com qualquer objeto. Ele apenas dirige sobre o ponto donde vem o ruído um jato de fluido e este produz o efeito de um choque elétrico. Tão possível lhe é modificar o ruído, como a qualquer pessoa modificar os sons produzidos pelo ar. (2)
__________
(1) Tal o princípio dos fenômenos de trazimento, fenômeno este muito real, mas que não convém se admita, senão com extrema reserva, porquanto é um dos que mais se prestam à imitação e à trapaçaria. Devem tomar-se em séria consideração a honradez irrecusável da pessoa que os obtém, seu absoluto desinteresse, material e moral, e o concurso das circunstâncias acessórias. Importa, sobretudo, desconfiar da produção de tais efeitos, quando eles se dêem com excessiva facilidade e ter por suspeitos os que se renovem com extrema freqüência e, por assim dizer, à vontade. Os prestidigitadores fazem coisas mais extraordinárias.
Não menos positivo é o fato do erguimento de uma pessoa; mas, tem que ser muito mais raro, porque mais difícil de ser imitado. É sabido que o Sr. Home se elevou mais de uma vez até ao teto, dando assim volta à sala. Dizem que S. Cupertino possuía a mesma faculdade, não sendo o fato mais miraculoso com este do que com aquele.
(2) Casos de manifestações materiais e de perturbações operadas pelos Espíritos: Revue Spirite, "A moça dos panoramas", janeiro de 1858, pág. 13; - "Senhorita Clairon", fevereiro de 1858, pág. 44; - "Espírito batedor de Bergzabern" (narração completa), maio, junho e julho de 1858, págs. 125, 153 e 184; - "Dibberlsdorf", agosto de 1858, pág. 219; - "Padeiro de Dieppe", março de 1860, pág. 77; - "Mercador de S. Petersburgo", abril de 1860, pág. 115; - "Rua das Nogueiras", agosto de 1860, pág. 235; - "Espírito batedor do Aube", janeiro de 1861, pág. 23; - "Flagelo do século dezesseis", janeiro de 1864, pág. 32; -"Poitiers", maio de 1864, pág. 156 e maio de 1865, pág. 134; -"Irmã Maria", junho de 1864, pág. 185; - "Marselha", abril de 1865, pág., 121; - "Fives", agosto de 1865, pág. 225; - "Os ratos de Equihem", fevereiro de 1866, pág. 55.
CAPÍTULO XIV - OS FLUIDOS
40. - Os fenômenos das mesas girantes e falantes, da suspensão etérea de corpos pesados, da escrita mediúnica, tão antigos quanto o mundo, porém vulgares hoje, facultam a explicação de alguns outros, análogos e espontâneos, aos quais, pela ignorância da lei que os rege, se atribuía caráter sobrenatural e miraculoso. Tais fenômenos têm por base as propriedades do fluido perispirítico, quer dos encarnados, quer dos Espíritos livres.
41. - Por meio do seu perispírito é que o Espírito atuava sobre o seu corpo vivo; ainda por intermédio desse mesmo fluido é que ele se manifesta; atuando sobre a matéria inerte, é que produz ruídos, movimentos de mesa e outros objetos, que os levanta, derriba, ou transporta. Nada tem de surpreendente esse fenômeno, se considerarmos que, entre nós, os mais possantes motores se encontram nos fluidos mais rarefeitos e mesmo imponderáveis, como o ar, o vapor e a eletricidade.
É igualmente com o concurso do seu perispírito que o Espírito faz que os médiuns escrevam, falem, desenhem. Já não dispondo de corpo tangível para agir ostensivamente quando quer manifestar-se, ele se serve do corpo do médium, cujos órgãos toma de empréstimo, corpo ao qual faz que atue como se fora o seu próprio, mediante o eflúvio fluídico que verte sobre ele.
42. - Pelo mesmo processo atua o Espírito sobre a mesa, quer para que esta se mova, sem que o seu movimento tenha significação determinada, quer para que dê pancadas inteligentes, indicativas das letras do alfabeto, a fim de formarem palavras e frases, fenômeno esse denominado tiptologia. A mesa não passa de um instrumento de que o Espírito se utiliza, como se utiliza do lápis para escrever. Para esse efeito, dá-lhe ele uma vitalidade momentânea, por meio do fluido que lhe inocula, porém absolutamente não se identifica com ela.
Praticam um ato ridículo as pessoas que, tomadas de emoção ao manifestar-se um ser que lhes é caro, abraçam a mesa; é exatamente como se abraçassem a bengala de que um amigo se sirva para bater no chão. O mesmo fazem os que dirigem a palavra à mesa, como se o Espírito se achasse metido na madeira, ou como se a madeira se houvesse tornado Espírito.
Quando comunicações são transmitidas por esse meio, deve-se imaginar que o Espírito está, não na mesa, mas ao lado, tal qual estaria se vivo se achasse e como seria visto, se no momento pudesse tornar-se visível. O mesmo ocorre nas comunicações pela escrita: ver-se-ia o Espírito ao lado do médium, dirigindo-lhe a mão ou transmitindo-lhe pensamentos por meio de uma corrente fluídica.
43. - Quando a mesa se destaca do solo e flutua no espaço sem ponto de apoio, o Espírito não a ergue com a força de um braço; envolve-a e penetra-a de uma espécie de atmosfera fluídica que neutraliza o efeito da gravitação, como faz o ar com os balões e papagaios.
O fluido que se infiltra na mesa dá-lhe momentaneamente maior leveza específica. Quando fica pregada ao solo, ela se acha numa situação análoga à da campânula pneumática sob a qual se fez o vácuo. Não há aqui mais que simples comparações destinadas a mostrar a analogia dos efeitos e não a semelhança absoluta das causas. (O Livro dos Médiuns, 2ª Parte, cap. IV.)
Compreende-se, depois do que fica dito, que não há para o Espírito, maior dificuldade em arrebatar uma pessoa, do que em arrebatar uma mesa, em transportar um objeto de um lugar para outro, ou em atirá-lo seja onde for.
Todos esses fenômenos se produzem em virtude da mesma lei. (1)
Quando as pancadas são ouvidas na mesa ou algures, não é que o Espírito esteja a bater com a mão, ou com qualquer objeto. Ele apenas dirige sobre o ponto donde vem o ruído um jato de fluido e este produz o efeito de um choque elétrico. Tão possível lhe é modificar o ruído, como a qualquer pessoa modificar os sons produzidos pelo ar. (2)
__________
(1) Tal o princípio dos fenômenos de trazimento, fenômeno este muito real, mas que não convém se admita, senão com extrema reserva, porquanto é um dos que mais se prestam à imitação e à trapaçaria. Devem tomar-se em séria consideração a honradez irrecusável da pessoa que os obtém, seu absoluto desinteresse, material e moral, e o concurso das circunstâncias acessórias. Importa, sobretudo, desconfiar da produção de tais efeitos, quando eles se dêem com excessiva facilidade e ter por suspeitos os que se renovem com extrema freqüência e, por assim dizer, à vontade. Os prestidigitadores fazem coisas mais extraordinárias.
Não menos positivo é o fato do erguimento de uma pessoa; mas, tem que ser muito mais raro, porque mais difícil de ser imitado. É sabido que o Sr. Home se elevou mais de uma vez até ao teto, dando assim volta à sala. Dizem que S. Cupertino possuía a mesma faculdade, não sendo o fato mais miraculoso com este do que com aquele.
(2) Casos de manifestações materiais e de perturbações operadas pelos Espíritos: Revue Spirite, "A moça dos panoramas", janeiro de 1858, pág. 13; - "Senhorita Clairon", fevereiro de 1858, pág. 44; - "Espírito batedor de Bergzabern" (narração completa), maio, junho e julho de 1858, págs. 125, 153 e 184; - "Dibberlsdorf", agosto de 1858, pág. 219; - "Padeiro de Dieppe", março de 1860, pág. 77; - "Mercador de S. Petersburgo", abril de 1860, pág. 115; - "Rua das Nogueiras", agosto de 1860, pág. 235; - "Espírito batedor do Aube", janeiro de 1861, pág. 23; - "Flagelo do século dezesseis", janeiro de 1864, pág. 32; -"Poitiers", maio de 1864, pág. 156 e maio de 1865, pág. 134; -"Irmã Maria", junho de 1864, pág. 185; - "Marselha", abril de 1865, pág., 121; - "Fives", agosto de 1865, pág. 225; - "Os ratos de Equihem", fevereiro de 1866, pág. 55.
BRILHE VOSSA LUZ
VINHA DE LUZ
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL
Meu amigo, no vasto caminho da Terra, cada criatura procura o alimento espiritual que lhe corresponde à posição evolutiva.
A abelha suga a flor, o abutre reclama despojos, o homem busca emoções. Mas ainda mesmo no terreno das emoções, cada espírito exige tipos especiais.
Há sofredores inveterados que outra coisa não demandam além do sofrimento, pessimistas que se enclausuram em nuvens negras, atendendo a propósito deliberado, durante séculos. Suprem a mente de torturas contínuas e não pretendem construir senão a piedade alheia, sob a qual se comprazem.
Temos os ironistas e caçadores de gargalhadas que apenas solicitam motivos para o sarcasmo de que se alimentam.
Observamos os discutidores que devoram páginas respeitáveis, com o único objetivo de recolher contradições para sustentarem polêmicas infindáveis.
Reparamos os temperamentos enfermiços que sorvem tóxicos intelectuais, através de livros menos dignos, com a incompreensível alegria de quem traga envenenado licor.
Nos variados climas do mundo, há quem se nutra de tristeza, de insulamento, de prazer barato, de revolta, de conflitos, de cálculos, de aflições, de mentiras...
O discípulo de Jesus, porém - aquele homem que já se entediou das substâncias deterioradas da experiência transitória -, pede a luz da sabedoria, a fim de aprender a semear o amor em companhia do Mestre...
Para os companheiros que esperam a vida renovada em Cristo, famintos de claridade eterna, foram escritas as páginas deste livro despretensioso.
Dentro dele, não há palavras de revelação sibilina.
Traduz, simplesmente, um esforço para que nos integremos no Evangelho, celeiro divino do nosso pão de imortalidade.
Não é exortação, nem profecia.
É apenas convite.
Convite ao trabalho santificante, planificado no Código do Amor Divino.
Se a candeia ilumina, queimando o próprio óleo, se a lâmpada resplende, consumindo a energia que a usina lhe fornece, ofereçamos a instrumentalidade de nossa vida aos imperativos da perfeição, para que o ensinamento do Senhor se revele, por nosso intermédio, aclarando a senda de nossos semelhantes.
O Evangelho é o Sol da Imortalidade que o Espiritismo reflete, com sabedoria, para a atualidade do mundo.
Brilhe vossa luz! - proclamou o Mestre.
Procuremos brilhar! - repetimos nós.
EMMANUEL
Pedro Leopoldo, 25 de novembro de 1951.
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL
Meu amigo, no vasto caminho da Terra, cada criatura procura o alimento espiritual que lhe corresponde à posição evolutiva.
A abelha suga a flor, o abutre reclama despojos, o homem busca emoções. Mas ainda mesmo no terreno das emoções, cada espírito exige tipos especiais.
Há sofredores inveterados que outra coisa não demandam além do sofrimento, pessimistas que se enclausuram em nuvens negras, atendendo a propósito deliberado, durante séculos. Suprem a mente de torturas contínuas e não pretendem construir senão a piedade alheia, sob a qual se comprazem.
Temos os ironistas e caçadores de gargalhadas que apenas solicitam motivos para o sarcasmo de que se alimentam.
Observamos os discutidores que devoram páginas respeitáveis, com o único objetivo de recolher contradições para sustentarem polêmicas infindáveis.
Reparamos os temperamentos enfermiços que sorvem tóxicos intelectuais, através de livros menos dignos, com a incompreensível alegria de quem traga envenenado licor.
Nos variados climas do mundo, há quem se nutra de tristeza, de insulamento, de prazer barato, de revolta, de conflitos, de cálculos, de aflições, de mentiras...
O discípulo de Jesus, porém - aquele homem que já se entediou das substâncias deterioradas da experiência transitória -, pede a luz da sabedoria, a fim de aprender a semear o amor em companhia do Mestre...
Para os companheiros que esperam a vida renovada em Cristo, famintos de claridade eterna, foram escritas as páginas deste livro despretensioso.
Dentro dele, não há palavras de revelação sibilina.
Traduz, simplesmente, um esforço para que nos integremos no Evangelho, celeiro divino do nosso pão de imortalidade.
Não é exortação, nem profecia.
É apenas convite.
Convite ao trabalho santificante, planificado no Código do Amor Divino.
Se a candeia ilumina, queimando o próprio óleo, se a lâmpada resplende, consumindo a energia que a usina lhe fornece, ofereçamos a instrumentalidade de nossa vida aos imperativos da perfeição, para que o ensinamento do Senhor se revele, por nosso intermédio, aclarando a senda de nossos semelhantes.
O Evangelho é o Sol da Imortalidade que o Espiritismo reflete, com sabedoria, para a atualidade do mundo.
Brilhe vossa luz! - proclamou o Mestre.
Procuremos brilhar! - repetimos nós.
EMMANUEL
Pedro Leopoldo, 25 de novembro de 1951.
1. QUEM LÊ, ATENDA
VINHA DE LUZ
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL
"Quem lê, atenda." - Jesus. (MATEUS, 24:15.)
Assim como as criaturas, em geral, converteram as produções sagradas da Terra em objeto de perversão dos sentidos, movimento análogo se verifica no mundo, com referência aos frutos do pensamento.
Freqüentemente as mais santas leituras são tomadas à conta de tempero emotivo, destinado às sensações renovadas que condigam com o recreio pernicioso ou com a indiferença pelas obrigações mais justas.
Raríssimos são os leitores que buscam a realidade da vida.
O próprio Evangelho tem sido para os imprevidentes e levianos vasto campo de observações pouco dignas.
Quantos olhos passam por ele, apressados e inquietos, anotando deficiências da letra ou catalogando possíveis equívocos, a fim de espalharem sensacionalismo e perturbação? Alinham, com avidez, as contradições aparentes e tocam a malbaratar, com enorme desprezo pelo trabalho alheio, as plantas tenras e dadivosas da fé renovadora.
A recomendação de Jesus, no entanto, é infinitamente expressiva.
É razoável que a leitura do homem ignorante e animalizado represente conjunto de ignominiosas brincadeiras, mas o espírito de religiosidade precisa penetrar a leitura séria, com real atitude de elevação.
O problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a Divina Vontade.
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL
"Quem lê, atenda." - Jesus. (MATEUS, 24:15.)
Assim como as criaturas, em geral, converteram as produções sagradas da Terra em objeto de perversão dos sentidos, movimento análogo se verifica no mundo, com referência aos frutos do pensamento.
Freqüentemente as mais santas leituras são tomadas à conta de tempero emotivo, destinado às sensações renovadas que condigam com o recreio pernicioso ou com a indiferença pelas obrigações mais justas.
Raríssimos são os leitores que buscam a realidade da vida.
O próprio Evangelho tem sido para os imprevidentes e levianos vasto campo de observações pouco dignas.
Quantos olhos passam por ele, apressados e inquietos, anotando deficiências da letra ou catalogando possíveis equívocos, a fim de espalharem sensacionalismo e perturbação? Alinham, com avidez, as contradições aparentes e tocam a malbaratar, com enorme desprezo pelo trabalho alheio, as plantas tenras e dadivosas da fé renovadora.
A recomendação de Jesus, no entanto, é infinitamente expressiva.
É razoável que a leitura do homem ignorante e animalizado represente conjunto de ignominiosas brincadeiras, mas o espírito de religiosidade precisa penetrar a leitura séria, com real atitude de elevação.
O problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a Divina Vontade.
NOS MOMENTOS GRAVES
Diante de alguma desilusão que te impulsione
a perder o incentivo para o trabalho...
Diante da incerteza que te visite,
apontando-te as tentações e riscos que te ameacem...
Diante de mudanças imprevistas que te obrigem a pensar e a deliberar
sem a escora de afetos com os quais já não contas...
Diante da crítica destrutiva que te induza a desistir de cooperar na oficina do bem...
Diante de seres queridos que te deixem a sós,
sem comiseração por tua sede e necessidade de companhia...
Diante de palaras impensadas,
partidas de pessoas estimáveis que te façam mergulhar no poço da amargura...
Diante do corpo doente e abatido que te lance o pernsamento
no deserto da tristeza e da insegurança...
Quando a morte reduzir ao silencio a voz daqueles que se te fazem queridos...
Quando qualquer sofrimento te abale os recessos da própria alma,
entrega-te à fé, refugia-te em Deus, pensa em Deus, confia em Deus
e espera por Deus, porque, acima de todas as tempestades e quedas,
tribulações e desenganos Deus te sustentará.
Da Obra “Confia E Segue” – Emmanuel – Médium: Francisco Cândido Xavier
a perder o incentivo para o trabalho...
Diante da incerteza que te visite,
apontando-te as tentações e riscos que te ameacem...
Diante de mudanças imprevistas que te obrigem a pensar e a deliberar
sem a escora de afetos com os quais já não contas...
Diante da crítica destrutiva que te induza a desistir de cooperar na oficina do bem...
Diante de seres queridos que te deixem a sós,
sem comiseração por tua sede e necessidade de companhia...
Diante de palaras impensadas,
partidas de pessoas estimáveis que te façam mergulhar no poço da amargura...
Diante do corpo doente e abatido que te lance o pernsamento
no deserto da tristeza e da insegurança...
Quando a morte reduzir ao silencio a voz daqueles que se te fazem queridos...
Quando qualquer sofrimento te abale os recessos da própria alma,
entrega-te à fé, refugia-te em Deus, pensa em Deus, confia em Deus
e espera por Deus, porque, acima de todas as tempestades e quedas,
tribulações e desenganos Deus te sustentará.
Da Obra “Confia E Segue” – Emmanuel – Médium: Francisco Cândido Xavier
La consciencia y la polaridad

Fr: R+C: Antonio Atanes P. ( Maestro Emérito)
LA UNIDAD
Si expresáramos que la polaridad constituye el problema central de nuestra existencia, muchos de los que oigan esto sin razonar me mirarían escépticos.
Pues abordemos este asunto desde un ángulo directo. Cuando el ser humano dice yo, se separa de todo lo que percibe ajeno al yo; y desde ese momento, ese individuo queda preso en la polaridad. Su yo lo ata al mundo de los extremos, el cual no se adscribe solo en el yo y el tu, sino también en lo intimo y lo externo, mujer y hombre, bien y mal, verdad y mentira,etc. El ego le imposibilita percibir, reconocer y/o imaginar siquiera la unidad o el todo en cualquier forma.
La consciencia escinde todo en parejas de contrarios que nos plantea un conflicto porque nos obliga a diferenciar y a decidir. Nuestro entendimiento no hace otra cosa que desmenuzar la realidad en pedazos mas y mas pequeños (análisis) y diferenciar entre los pedazos (discernimiento).
Por ello, se dice si a una cosa y, al mismo tiempo, no a su contrario, pues es sabido que los contrarios “se excluyen mutuamente”.
Pero con cada uno, con cada exclusión, incurrimos en una carencia, tal vez se aprecie lo estrechamente ligado que esta el tema enfermedad-salud con la polaridad. Por tanto podríamos ser mas categóricos; enfermedad es polaridad, curación es superación de la polaridad.
Mas alla de la polaridad en la que nosotros, como individuos, nos encontramos inmersos, esta la unidad, el uno que todo lo abarca, en el que se aúnan los contrarios. Este ámbito del ser se llama tambien el TODO porque todo lo abarca, y nada puede existir fuera de esta unidad, no esta sometida al tiempo ni al espacio.
La unidad- todo esta en reposo permanente, es el SER PURO. Llama la atención que todas las definiciones de la unidad hayan de ser formuladas en negativo: sin tiempo, sin espacio, sin limite.
Nosotros los occidentales frecuentemente consideramos conb desilusión y/o critica el estado de consciencia que persigue la filosofía budista o toosista, en el nirvana el estado de contemplación, lo que para muchos judaicos- cristianos o materialistas significaría nada (textualmente vacio). El ego del ser humano desea tener siempre algo que se encuentre fuera de el y no le agrada la idea de tener que extinguirse para ser uno con el todo.
Por tanto, en la unidad TODO Y NADA se funden en uno. La NADA renuncia a toda manifestación y limite, con lo que se sustrae a la polaridad. El origen de todo ser es la Nada (el Ain sople de los cabalistas; el tao de los chinos; el Neti-Neti de los hindúes).
Es lo que existe realmente, sin principios ni fin, por toda la eternidad. A esa unidad podemos referirnos pero no podemos imaginarla. La unidad es la antítesis de la polaridad y por consiguiente, solo es concebible por el ser humano mediante determinados ejercicios o técnicas de meditación, desarrollando la capacidad de aunar, por lo menos transitoriamente, la polaridad de su conocimiento.
En la unidad no hay reconocimiento, solo SER. En la unidad termina todo afan, el querer y el empeño, todo el movimiento porque ya no existe un exterior que anhelar.
Es importante reconocer que lo polar no es el mundo, sino el conocimiento que nuestra consciencia nos da de el. Ejemplo: El juego optico es una buena via de acceso a las consideraciones de polaridad: grabe una circunferencia con un palo negro y el otro blanco. Si suprimimos uno, desaparece toda imagen con sus dos aspectos. El negro depende del blanco y viceversa. Igual al polo positivo que depende del negativo en la corriente.
Nuestra Realidad
Observemos las leyes de la polaridad:
Ø La respiración que da al ser humano la experiencia basica de polaridad. Inhalar y exhalar se alternan constantemente, con ritmo.
Ø El ritmo es el esquema basico de toda la vida. Lo dice la fisica que afirma: “Si se destruye el ritmo se destruye la vida, pues la vida es ritmo”.
Ø Electricidad: Un polo depende su existencia del otro. Si quitamos uno desaparece tambien el otro. Desaparece la electricidad.
La polaridad son dos aspectos de una misma realidad que nosotros hemos de contemplar sucesivamente, dando origen al tiempo. Solo a un observador superficial se aparecen las polaridades como contrarios que se excluyen mutuamente, si miramos con extensión veremos que las polaridades juntas, forman una unidad ya que para poder existir dependen unas de otras. La ciencia hizo este descubrimiento fundamental al estudiar la luz.
Sobre la naturaleza de los rayos de la luz existen dos opiniones contrapuestas:
1. la Teoria de las ondas
2. la Teoria de las particulas
Si la luz esta formada por ondas no puede estar formada por particulas y viceversa (lo uno o lo otro).
Después se comprobó que la luz es onda y corpúsculos.
Esta luz se manifiesta unicamente al observador según el lado desde el que este la contemple, bien onda o particula.
Consideremos que la polaridad es como una puerta que en un lado tiene escrita escrita la palabra ENTRADA y en la otra SALIDA siempre en la misma puerta, según el lado por el que nos acerquemos a ella veremos uno u otro aspecto. De observar y dividir en aspectos este concepto se crea la noción de tiempo porque la contemplación con una coincidencia bipolar se convierte en sucesión.
Si detrás de la polaridad esta la unidad, detrás de tiempo se halla lo infinito, “la eternidad”. Entendemos “eternidad” en el sentido metafisico de interpolaridad, no en el sentido de la interpretación de la teologia judeico-cristiana (de un largo, infinito y continuo del tiempo).
LA POLARIDAD DE NUESTRA CONSCIENCIA
La interpretamos subjetivamente en la alternación de dos estados que se distinguen claramente uno del otro: la vigilia y el sueño: estados que nosotros experimentamos como correspondencia interna de la polaridad externa. Dia-Noche de la naturaleza
Por lo tanto, hablamos de un estado de conciencia diurno y un estado de conciencia nocturno.
O del lado diurno del alma y el nocturno.
intimamente unida a esta polaridad esta la distinción entre conciencia superior y un inconsciente.
Por lo tanto; durante el día esa región de la conciencia queda inhabilitada por la noche, que es por la noche cuando se habilitan surgiendo los sueños en la región que llamamos inconsciente (aunque en realidad esta mal llamado inconsciente, ya que no es falta de conciencia sino una denominación imprecisa del estado de conciencia nocturno, a falta de palabras mas adecuadas).
Desde la difusión de la psicología profunda, estamos acostumbrados a imaginar nuestra conciencia dividida en estratos y a distinguir entre un supra consciente, un subconsciente y un inconsciente.
Producto a que estamos muy identificados con la conciencia diurna.
Esta clasificación en superior o inferior no es obligatoriamente así por teoría, pero corresponde a una percepción especial simbólica, que atribuye al cielo y a la luz el estrato superior; a la tierra y la oscuridad el estrato inferior del espacio.
La conciencia que todo lo abarca, que es ilimitada y eterna se representa como un circulo en muchas culturas y en la metafísica. Considerando que la periferia del circulo no es limite, sino únicamente símbolo de aquello que todo lo abarca. Por lo que el ser humano esta separado de esto por su YO, dando lugar a la creación de su supra consciente, subjetivo y limitado. Por lo tanto, no tiene acceso al resto de la conciencia, es decir, a la conciencia cósmica.
La línea divisoria entre el YO y el restante “movimiento de la conciencia” o lo que llaman muchos místicos “el inconsciente colectivo”, no es, sin embargo, un absoluto; mas bien podría denominarse una especie de membrana permeable por ambos lados, un limite. Esta membrana corresponde al subconsciente. Contiene tanta sustancia que han descendido del supra consciente (olvidadas) como los que afloran de inconsciente, por ejemplo: premoniciones, visiones, intuiciones.
Si una persona se identifica exclusivamente con su supra consciente, reducirá la permeabilidad del subconsciente, ya que las sustancias inconscientes la parecerán extrañas y por consiguiente generadora de angustia.
La mayor permeabilidad puede infundir facultades de médium. RES.
El estado de iluminación o de la conciencia cósmica no se alcanzaría mas que renunciando a la división, de manera que su supra consciente e inconsciente fuera uno.
Desde luego, este paso equivale a la destrucción del YO cuya evidencia se encuentra en la delimitación.
La conciencia humana tiene su expresión física en el cerebro, atribuyéndose a la corteza cerebral la facultad específicamente humana del discernimiento y el juicio.
No es de extrañar que la polaridad de la conciencia humana se refleje claramente en la anatomía misma del cerebro.
Como es sabido el cerebro se compone de dos hemisferios unidos en el llamado cuerpo calloso.
En el pasado, la medicina trati de conocer diferentes síntomas como la epilepsia o grandes dolores, seccionando quirúrgicamente el cuerpo calloso, con lo que se cortaban todas las uniones de los dos lóbulos.
A pesar de lo grandioso de la intervención, a primera vista apenas se observaban deficiencias en los pacientes. Así se descubrió que los dos hemisferios son como dos cerebros que pueden funcionar independientemente.
Pero, al someter a los operados a determinadas pruebas, se vio que los dos hemisferios cerebrales se distinguen claramente tanto por su naturaleza como por sus funciones respectivas.
Ya sabemos que los nervios de cada lado del cuerpo son gobernados por el hemisferio contrario. Todos los órganos están unidos al hemisferio contrario.
Si uno y otro hemisferio se diferencian claramente el uno del otro por sus funciones, copiosidad y respectivas responsabilidades:
EL HEMISFERIO IZQUIERDO podría denominarse “hemisferio verbal” pues es el encargado de la lógica y la estructura del lenguaje, de la lectura y la escritura. Descifra analítica y racionalmente todos los estímulos de estas áreas. Es decir: que piensa de forma digital. Además es el encargado del calculo y la numeración. La noción del tiempo se alberga asimismo en este hemisferio.
Fabián Santin FRC/FL
Bioenergética e Projeciologia - A linguagem do corpo - Cristina Cairo - p 18

Cãibras
Significam tensões e medo de soltar-se e traduzem uma necessidade de querer manter os próprios direitos, nem que seja através de atritos. Se você tem cãibras fique atento pois provavelmente alguém que tem certa autoridade ou domínio sobre você está tentando controlar sua vida ou seus negócios. Daí é que acontece essa contração muscular, o que mostra o quanto você está tenso e na defensiva. Mesmo que você não perceba conscientemente esta situação, procure resolver o que emocionalmente está pendente, seja com quem for, e pare de sentirse indefeso ou controlado pelas outras pessoas.
As cãibras são uma insegurança em progredir mais, por pensar que não conseguirá usar sua experiência para isso. A tensão e medo de prosseguir é que travam você realmente. Para quê tanta desconfiança com relação às pessoas? Solte-se para conhecer outros caminhos, pois para tudo existe uma solução que pode agradar a todos. Você não está enxergando porque não quer. Abandone esse seu medo de mudanças ou de renúncias. Relaxe sua mente e seu corpo também estará solto.
Obs.: As cãibras acontecem quando não estamos pensando no problema. É quando a mente consciente já mandou o recado para o subconsciente e passou a pensar em outras coisas.
Obesidade: causas
Gorduras
A gordura é o casulo que a pessoa cria, inconscientemente, para se proteger e se esconder dos problemas externos.
Pessoas muito sensíveis, que se deixam magoar com facilidade, buscam se proteger atrás da gordura, que representa a maciez de um abraço.
Muitas vezes a gordura é uma forma convenientemente usada para se conseguirem certos benefícios, como atrair a compaixão de outras pessoas, deixar de trabalhar naquilo que não gosta, escapar de certas obrigações que limitam sua liberdade e até mesmo testar o amor e a fidelidade do cônjuge. Mais uma vez vemos que o perigo está em nossa mente, não no mundo em que vivemos, e nem nos alimentos que comemos.
Faça um ”regime” nos seus pensamentos e limpe toda essa amargura. Viva tranqüilamente e sem se sentir ameaçado. Ame profundamente a todos e você perceberá que, como resposta, receberá mais amor dos outros. Saia já desse casulo e participe ativamente do mundo, de peito aberto e acreditando que você está sendo protegido pelas mãos do Grande Pai.
Pare de guardar mágoas e ressentimentos. Chega de discutir gratuitamente com as pessoas, pois cada uma delas luta pelas suas razões e você pode sair machucado. Apenas aja com docilidade e poder e não deixe que as diferenças de vida e opiniões o aflijam.
Atenção: quanto mais você ”engolir” e guardar mágoas, mais seu corpo engordará.
Para você superar definitivamente essa dificuldade de emagrecer terá de compreender que toda expectativa gera frustração. Por isto não fique esperando acontecer o que você deseja, nem queira que as pessoas sejam como você ou lhe dêem aquilo que tanto você almeja. Saia já dessa postura de vítima e perceba o tamanho do seu próprio poder. Ninguém é responsável pelas suas fraquezas ou fracassos. Tudo depende exclusivamente da sua postura diante da vida e dos acontecimentos. Passe a agir como adulto e mostre seus verdadeiros interesses a quem é importante para você. Tenha coragem de mudar seu comportamento e ser você mesmo. Se você não está encontrando em sua memória nenhum registro pelo menos semelhante ao que estou dizendo, certamente é porque seu subconsciente abraçou com muita força alguma mágoa antiga e continua a protegê-la, pois para ele não existe ”tempo”. Tenha calma porque com ele (o subconsciente) nós devemos agir despreocupadamente e mandar mensagens positivas e constantes, até que ele perceba que as defesas contra o passado são inúteis.
As mensagens que você pode enviar ao seu subconsciente são pensamentos e condutas contrárias ao que está vivendo hoje. O importante é sair logo desse círculo vicioso que ainda está impresso em sua mente inconsciente.
Pratique um esporte ou faça exercícios. Torne seus pensamentos mais ativos e coloque em prática as suas decisões. O mundo espera você para agir com ele. Transforme essa gordura em energia, sacudindo a poeira do passado e olhando para frente. Rápido!
No começo tudo pode parecer difícil, mas depois você amará os novos hábitos e a sua nova personalidade.
Vamos, acorde! Organize-se! Tudo depende só de você!
Chega de araimar pretextos pois isto só vem provar que você está realmente tendo alguma conveniência em ser gordo. Busque o que você deseja, sem prejudicar sua saúde e sua beleza. E, definitivamente, tente compreender que quando nos magoamos com algo é porque estamos sendo egoístas em querer que tudo seja do nosso jeito. Liberte-se dessa tendência e aceite as pessoas como elas são. Seja você mesmo e não se permita pensamentos negativos. Eleve-se a cada dia com bons sentimentos em relação à vida e cresça cada vez mais dentro da evolução espiritual, sem mágoas, sem medos, nem desconfianças. Quanto mais você se aproximar de Deus, mais se sentirá confiante e feliz. De outra forma, você estará cada vez mais longe d’Ele.
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