Olá amigos, sejam bem-vindos !!
Este é um espaço reservado para que possamos refletir um pouco sobre a espiritualidade. Estudem, comentem e estejam à vontade!
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Todo Homem Sábio é Sereno
"Serenidade é conquista que se consegue a esforço pessoal e passo a passo.
Pequenos desafios que são superados; irritação que se faz controlada, desajustes emocionais corrigidos; vontade bem direcionada; ambição freada, são experiências para aquisição da serenidade.
Um Espírito sereno, já se encontrou consigo próprio, sabendo o que, exatamente deseja da vida.
A serenidade harmoniza, exteriorizando-se de forma agradável para os circundantes.
O homem sereno já venceu grande parte da luta.
Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco
domingo, 2 de setembro de 2012
O SIMBOLISMO DO ANEL NUPCIAL
O
simbolismo do anel é vastíssimo, bastando dizer que várias culturas o
incorporaram em seus mitos, revelando a natureza de seu poder e dimensão
de seus efeitos sobre aqueles que o possuíam. Cada anel tem
características próprias, definidas pelo material de que é feito,
inscrições, pedras neles incrustadas, ritos atribuídos e sagrações. Com
certeza, evoca o sentido de eternidade e continuidade das forças
universais, manifestando a idéia do círculo de poder e pacto entre os
homens e deuses. Mas, o que na verdade representa o anel nupcial?
Muita
gente casada, ou que está noiva, pouco sabe sobre o simbolismo do anel
nupcial. Para alguns, presentear a outra parte com o anel nupcial
(aliança) é um convite ao selamento matrimonial; para outros, apenas um
objeto de pura vaidade e capricho. O fato é que esse pequeno e delicado
adereço encerra em si um poderoso elemento de ligação entre a anima e o animus.
Antes de mais nada, a sua própria forma circular é uma representação da alma e reporta-se ao self (Si-Mesmo).
Isto quer dizer que quando há a troca de alianças (no noivado ou
casamento), inconscientemente está havendo um intercâmbio anímico, como
se cada uma das partes recebesse a essência da alma da outra.
E
por que o ouro é o metal preferido na confecção das alianças? Não só
por sua beleza, mas o ouro é um metal nobre que tem correspondência
direta com o Sol, com a luz e com a consciência. É um metal alquímico, e
transmite também o significado de sua raridade; tal como um herói
mítico, o homem que compra as alianças e a oferta à sua parceira
percorreu todo um caminho iniciático até ali, vencendo
provações ou desafios na sua relação (junto à sua parceira), e como
prêmio raro, oferece a aliança como tesouro conquistado no fim de sua
jornada.
Na
verdade, a jornada está apenas para recomeçar, pois a fase em que a
aliança se encontra na mão direita (ativa, equivalente ao hemisfério
esquerdo do cérebro – racionalidade, lógica, análise) cumprirá sua prova
de fogo para provar seu amor, e normalmente terá que se desdobrar junto
à sua parceira para formularem o embasamento do lar.
Quando
a aliança é consagrada no festivo dia matrimonial, ela passa para a mão
esquerda (passiva, equivalente ao hemisfério do cérebro – emoção,
intuição, sentimento), então a nova jornada do casal será a nova
estrutura familiar formada e todas
responsabilidades advindas do processo. Logo, todo processo é um ato
consciente de fusão anímica (ou pelo menos deveria ser).
Outro aspecto importante que reforça o simbolismo solar da aliança, é
o fato de o dedo anular ter correspondência na quirologia com o Sol.
Logo, todo rito que vai do noivado até o casamento é solar, que expressa
luz e invoca a verdade. Não deixarei de citar também o simbolismo
sexual por detrás do dedo e da aliança: o dedo como símbolo fálico (lingan) e o anel como símbolo vaginal (yoni) sela também o ato sexual que culmina com a lua-de-mel.
A
inscrição do nome de cada parceiro é feita tradicionalmente do lado
interno da aliança. Isso simboliza duas coisas: a primeira, é que o
nome, como mantra sagrado, se mantém protegido na parte de dentro do
círculo. Ou seja, o poder daquele nome "fica restrito ao portador da
aliança" (isso é uma metáfora); a segunda, que só aquele que porta a
aliança sabe exatamente o que está escrito em sua face interior (além do
nome de seu (sua) parceiro(a), algumas pessoas também
inscrevem datas, palavras de amor, símbolos como o coração etc.) e
mantém o conteúdo protegido do olhar de estranhos. Comprova-se aí a
importância do círculo como área delimitada, sinalizando um campo de
energia e força.
A
aliança impõe ao seu usuário a condição de amo e escravo ao mesmo
tempo: a troca de alianças passa também a ser o elo de poder entre as
partes na relação, mas também o agrilhoamento simbólico do casal. Na
verdade, essa não é uma condição que expressa submissão: a escolha do
parceiro ou da parceira tem relação direta com o animus e a anima, logo,
você escolhe seu reflexo interior e se funde simbolicamente através do
anel.
Um
importante símbolo é inserido dentro do casamento católico: a criança,
normalmente uma menina (dama de honra), leva as alianças ao padre. A
criança representa a pureza de intenção, e é ela quem conduz as alianças
até o ato de sagração final. Em alguns antigos ritos pagãos, a exemplo
do celta, utilizava-se a coroa de flores para ser colocada na cabeça da
jovem que se casava, e normalmente era uma criança que a carregava no
ato cerimonial e entregava ao sacerdote. Apesar de símbolos com
diferenças de interpretação, a coroa nupcial e o anel mantêm estreita
relação, pois ambas são figuras circulares.
No
ato das bodas de prata (25 anos), é acrescida pelo casal uma fina
camada folheada de prata, normalmente representando uma coroa de louro
de prata como prêmio conquistado após 25 anos de casados, reafirmando os
votos matrimoniais. A prata é um metal que corresponde à Lua, logo, é
acrescida uma coroa lunar ao símbolo então solar. É como se a relação
entrasse numa fase mais interiorizada, mais yin, mais sublime. O louro
sempre foi considerado uma planta ligada aos nobres e a vitória, logo, a
folhagem de louro em prata marca um ciclo de magnificência conquistado
pelo casal. Também evoca, de certo modo, a maturidade atingida na
relação. A Lua também tem relação com a família; e nessa altura do
campeonato é bem possível que ela tenha crescido o suficiente para
sinalizar o potencial lunar.
As
bodas de ouro (50 anos) reafirma o compromisso solar feito no dia do
casamento (consciência, luz, verdade). O casal recebe um novo par de
alianças normalmente levado pelo(s) filho(s) - frutos da união solar e
lunar. Isso evoca simbolicamente que o ciclo solar foi completado pelo
casal e há um renascimento da relação, só que no nível espiritual. O
fato de os filhos levarem as alianças também implica, inconscientemente,
que os descendentes devem selar o compromisso solar com suas
respectivas parceiras.
Quero
frisar que a sagração das alianças independe de Igreja ou templo que o
casal possa estar integrado. O rito de troca de alianças é sempre um
momento ímpar, e deveria ser feito primeiramente pelo casal a sós.
Atribuo a isso o que Jung chamava de momentum, ou seja, é um ato único
no tempo e espaço criado exclusivamente pelas partes envolvidas na
relação.
A
aliança tem mais poder e sentido para a mulher do que para o homem, já
que o círculo é uma figura geométrica feminina (pois encerra em seu
interior um sentido analogamente ao útero). Logo, meninos, ao ofertar a
aliança à sua parceira, lembrem-se que estão ofertando sua alma à ela, para todo sempre e por toda eternidade.
GIANCARLO SCHMID
A Negociação do Karma
A Lei do Karma - Palestra
É preciso que as pessoas compreendam o que significa a palavra "Karma".
A lei da balança, a lei do Karma rege toda a criação. Toda causa se transforma em efeito e todo efeito se transforma em causa novamente.
Foi nos dada liberdade e livre escolha e podemos fazer o que quisermos, porém é claro que temos que responder diante de Deus por todos nossos atos. Qualquer ato de nossa vida, bom ou mau, tem conseqüências. A lei de ação e reação governa o curso de nossas vidas, e cada nova existência é produto da vida anterior.
Compreender integramente as bases e o "Modus Operandi" da lei do Karma é indispensável para podermos conduzir o barco de nossa vida de forma positiva e digna através das diferentes escalas da vida.
O Karma é lei de compensação, não de vingança. Há quem confunda essa Lei Cósmica com "determinismo" ou com "fatalismo", ao crer que tudo que nos acontece já está previamente determinado. É verdade que os atos humanos determinam nossa herança, a educação e o meio [em nascemos]. Mas também é verdade que o homem tem o livre arbítrio e pode modificar seus atos, educar seu caráter, formar hábitos superiores, combater debilidades e fortalecer virtudes.
O Karma é um remédio aplicado para nosso próprio bem. Infelizmente, as pessoas em vez de se inclinarem reverentemente diante do eterno Deus vivo, protestam, blasfemam, se justificam, se desculpam, lavam as mãos. Com tais protestos em nada modificam o Karma; ao contrário: torna-se ainda mais duro e severo.
Quando nascemos neste mundo trazemos nosso destino. Uns nascem em berço de ouro e outros na miséria. Se na passada existência matamos, agora nos matarão; se ferimos, agora nos ferirão; se roubamos, agora nos roubarão; e com a vara que medimos seremos medidos.
Felizmente, caros amigos, a Justiça e a Misericórdia são as duas colunas de sustentação da Grande Fraternidade Branca.
Justiça sem Misericórdia é tirania; Misericórdia sem Justiça é tolerância e complacência com o delito. O Karma é negociável. Isso pode surpreender muita gente de diversas escolas esotéricas tradicionais. Por certo alguns pseudo-esoteristas e pseudo-ocultistas tornaram-se muito pessimistas em relação à lei de causa e efeito. Supõem equivocadamente que esta se desenvolve em forma mecânica, automática e cruel. Os eruditos crêem que não é possível alterar essa lei, mas lamento sinceramente ter que discordar dessa forma de pensar.
Se a lei de ação e reação, se o Nêmesis da existência não fosse negociável, então onde ficaria a misericórdia divina? Francamente, não posso aceitar crueldade de parte da divindade. Brahman, Deus ou Deuses de forma alguma poderia ser algo sem misericórdia, algo cruel e tirânico. Por tudo isso repito em forma enfática: O Karma é negociável.
É possível modificar nosso próprio destino. Modificando-se a causa modifica-se o efeito. "O Leão da Lei se enfrenta com a Balança". Se em um prato da Balança colocamos nossas boas obras e no outro as nossas obras negativas, ou teremos equilíbrio ou um dos pratos pesará mais que outro. Se o prato das más obras pesar mais devemos corrigir o desequilíbrio pondo mais boas obras no prato correspondente, para inclinarmos a Balança a nosso favor. Dessa forma pagamos Karma. Fazendo boas obras para pagar nossas dívidas. Lembremos que não se paga Karma somente com dor, também podemos pagar karma com boas obras.
Agora vocês podem compreender, queridos amigos, como é maravilhoso praticarmos o bem. Sem dúvida, o reto pensar, o reto sentir e o reto agir são o melhor negócio.
Nunca devemos protestar contra o Karma. O importante é saber negociar. Infelizmente, quando as pessoas se encontram em grandes amarguras o único que sabem fazer é lavar as mãos dizendo que nunca fizeram mal a ninguém, que não têm culpa de nada e que sempre foram pessoas justas e corretas.
Que me seja permitido dizer aos que estão na miséria que revisem sua conduta, que julguem a si mesmos, que se sentem no banco dos réus, mesmo que por alguns poucos momentos para fazer uma análise de si mesmos; depois, modifiquem sua conduta.
Se esses que estão sem trabalho se tornassem castos, caridosos, agradáveis, serviçais em cem por cento é claro que mudariam radicalmente a causa de sua desgraça e conseqüentemente, seus efeitos.
Não é possível modificar um efeito se antes não se modificou a causa que o gerou, porque, como dissemos: não existe efeito sem causa nem causa sem efeito.
Devemos trabalhar sempre de forma desinteressada e com infinito amor em favor da humanidade. Assim, mudaremos as causas negativas que geram os nefastos efeitos.
Sem dúvida, a miséria tem suas causas nas bebedeiras, na luxúria, na violência, no adultério, no desperdício, na avareza, etc.
Quer ser curado? Cure os outros. Tem familiares na prisão? Trabalhe pela liberação de outros. Está com fome? Divida teu [pedaço de] pão com quem está pior que você.
Muitas pessoas que sofrem só se lembram de suas amarguras, desejando remediá-las, mas não se lembram dos sofrimentos alheios, nem remotamente pensam em remediar os sofrimentos do próximo. Esse estado egoísta de sua existência não serve para nada. Assim, o único que conseguem realmente é agravar seus sofrimentos.
Se essas pessoas pensassem nos demais, em servir seus semelhantes, em dar de comer ao faminto, dar de beber ao sedento, em vestir o desnudo, em ensinar ao que não sabe, é claro que poriam boas obras no prato da balança cósmica para incliná-la a seu favor, e assim mudariam seu destino e viria a sorte a seu favor. Mas as pessoas são muito egoístas, e por isso sofrem. Ninguém se lembra de Deus nem de seus semelhantes se não quando estão em desespero, e isso é algo que todo mundo pode comprovar por si mesmo. Assim é a humanidade.
Infelizmente, esse ego que todos levamos dentro, faz tudo ao contrário do que estamos dizendo aqui. Por isso mesmo considero urgente, inadiável e irremediável reduzir o ego à poeira cósmica.
O único que é necessário fazer para ter direito à verdadeira felicidade é, antes de tudo, eliminar o ego. Certamente, quando não existirem mais egos dentro de nós, esses horríveis elementos que nos fazem tão perversos e malvados, não haveria mais Karma a ser pago e o resultado disso seria a felicidade.
A Lei do Karma, a Lei da Balança Cósmica não é uma lei cega. Também é possível pedir crédito aos Mestres do Karma, e isso é algo que muitos desconhecem. Contudo, é bom saber que todo crédito precisa ser pago com obras de caridade. Se não for pago, então a Lei cobrará com muito sofrimento.
Quem despertar a consciência poderá viajar com seu corpo astral plenamente consciente e estudar no Templo da Justiça seu próprio Livro do Destino. O Chefe dos Sacerdotes do Tribunal do Karma é o Grande Mestre Anúbis. O Templo de Anúbis, Supremo Regente do Karma, encontra-se no mundo molecular, chamado por muitos de Plano Astral.
As boas ações são representadas por um tipo incomum de moeda que os Mestres acumulam em benefício daqueles que realizam boas obras. Nesse Tribunal também existem advogados defensores. Mas, paga-se por tudo. Nada nos é dado gratuitamente. Quem tem boas obras paga suas contas e se sai bem em seus negócios. Os créditos solicitados devem ser pagos com trabalhos desinteressados e inspirados no amor pelos que sofrem.
Negociar com os Senhores da Lei é possível por intermédio da Meditação: orai e meditai. Concentrai-vos em Anúbis, o Supremo Regente da Boa Lei.
Lembrem-se: Para o indigno todas as portas estão fechadas, menos uma: a do arrependimento. Pedi e vos será dado; batei e se vos abrirá.
Textos de: V.M Samael Aun Weor
DESDOBRAMENTO DE ANTÔNIO DE PÁDUA

Fernando de
Bulhões, nascido em Lisboa, Portugal, entre 1191 e 1195, ingressou na ordem
dos cônegos regulares de Santo Agostinho, mais precisamente no Mosteiro de São
Vicente de Fora, que estava equidistante às fronteiras de Lisboa. Transferido
mais tarde à Coimbra, preparou-se no Mosteiro de Santa Cruz para iniciar seu
sacerdócio. Após sua ordenação, transferiu-se para o Mosteiro situado no norte
da Itália, de nome Vercelli, cuja ordem também era agostiniana, vindo a
receber toda a base de sua estrutura teológica. Alguns anos mais tarde, quando
já ordenado franciscano, foi cognominado de Antônio de
Pádua.
.....
Antônio de Pádua teve passagens como pregador
pela Itália e também pela França, nas cidades de Montpellier, Toulouse,
Bourges, Le Puy, Limoges, Brive, Arles, etc. era um pregador enérgico e o
fazia com muita convicção, fato que o permitia entrar em grande estado de
concentração, motivando fenômenos de desdobramento durante a vigília e,
portanto, sendo um documento histórico da Igreja, que atestou a sua veracidade
por numerosas testemunhas públicas. Passemos a analisar o
ocorrido.
Na Páscoa de 1225, Frei Antônio realizava sua pregação na Catedral
de Limoges, em Aquitânia. Via-se, naquele momento, uma Igreja totalmente
tomada por fieis que acompanhavam a sua preleção evangélica. Relatava-se que,
em dado momento, em meio a sua
pregação, Antônio de Pádua ficou estático e parou de falar, cobrindo
sua cabeça com o capuz. Ficou neste estado por alguns minutos, deixando o povo
perplexo, sem saber o que ocorria, diante do profundo silencio que se fez na
Igreja. Passados estes momentos, o Frei retornou a sua pregação e terminou-a.
ao final, embora acabassem o ocorrido um tanto quanto estranho, ninguém ousou
lhe fazer uma só pergunta. Porém, não muito longe dali, em uma pequena capela
que Antônio convivia, os frades cantavam o Oficio Divino, e comumente certa
parte da musica caberia ao Frei Antônio, que era solista da parte mais
difícil, a Aleluia das Laudes, glorificando a
Jesus.
Mas como se daria isso se,
naquele exato momento, estava pregando em outra
Catedral?
No entanto, no exato momento que
ele deveria realizar o solo, os frades viram espantados Antônio entrar na Capela, cantando a parte
que lhe cabia. Depois, retirou-se apressadamente.
Trata-se de um clássico caso de
desdobramento, onde seu corpo material permaneceu sem manifestação inteligente
durante alguns minutos, para que o Espírito pudesse ser visto realizando uma
atividade inteligente.
Outro caso de desdobramento com
Frei Antônio de Pádua ocorreu na Espanha.
Na época que
ali fazia seus sermões, seu pai estava sendo levado ao suplicio em Pádua,
acusado de um crime. Neste exato instante, Antônio aparece diante da corte que
o acusava, demonstrando que seu pai não era o assassino e apontando o verdadeiro culpado do ato, que
mais tarde sofreu o castigo.
Constatou-se depois que Antônio
de Pádua não havia se deslocado da Espanha.
Afonso de
Liguori foi canonizado pela Igreja por antecipação, por haver provas de que
ele apareceu em dois lugares diferentes ao mesmo
tempo.
As explicações para estes
fenômenos com certeza se fundamental no desenvolvimento moral e do completo
desinteresse do ser pelas coisas puramente materiais, tendo alcançado uma
virtude. Elevando sua alma ao Criador, pode demonstrar-se em dois lugares
distintos. O Espírito encarnado, no momento de seu repouso, pode orar
solicitando a Deus e aos Espíritos Superiores para que sua alma se translade
para algum lugar, sua alma, então, desprende-se de seu corpo, deixando a
matéria inerte, ligado apenas por um liame flexível, da mesma matéria que o
perispírito. A aparição ocorre no local solicitado antecipadamente pelo
próprio Espírito. Dependendo do grau do fenômeno, pode ocorrer a visibilidade
e a tangibilidade à matéria comum.
O desdobramento nem sempre
ocorre durante o sono, podendo dar-se também durante a vigília; porém, isto é
muito difícil. Sendo assim, não estará em perfeita normalidade, mas numa
espécie de êxtase.
Em todos os casos, sempre há uma
concordância dos fenômenos apresentados, sejam eles ocorridos com homens
comuns ou com personalidades conhecidas e vultos religiosos. O fato que temos
de analisar é que as semelhanças das narrações em seus detalhes em diferentes
épocas atestam pro si mesmas a
veracidade e a existência do desdobramento. A alma tanto mais
conseguirá esse desligamento do corpo quanto houver avançado em virtude moral,
profundo reconhecimento ao próximo e desejo sincero de ajudar o semelhante.
Aqueles que não alcançarem este grau, debalde tentarão emancipar a sua alma
para seus sentimentos mais corriqueiros ou para obter vantagens, pois não
conseguirão.
Esta é uma lei sabia de Deus.
Muitos, por ignorância querem bloquear o conhecimento porque, se a alma não
estiver preparada, suficientemente burilada para saber a respeito do
desdobramento ou de qualquer outra forma de manifestação do Espírito, verá
suas tentativas frustradas, ....
Assim como ocorre com o
desligamento da alma do corpo. Talvez esta sensibilidade seja o fruto de
varias encarnações que o Espírito venha excursionando e aprendendo, ganhando
em equilíbrio, desenvolvimento e fé.
Notamos que as almas mais
virtuosas possuíam estes requisitos para que ocorressem estes fenômenos
porque, pela sua bondade, amor ao próximo e abnegação, estavam mais
desprendidas do mundo material; resumindo, vivenciavam mais o Mundo Espiritual
do que o plano físico. Nestes momentos de êxtase, podiam aparecer em lugares
diferentes ao mesmo tempo, como um premio a sua dedicação e como um alerta aos
homens dado por Deus, para lhes demonstrar que existe uma outra realidade mais
importante, que o homem não é somente um amontoado de massa e carne e
músculos, que o Espírito enfim, é uma prova insofismável de que a vida não
termina com a morte do corpo.
Todas estas pessoas virtuosas
deixaram estes fenômenos comprovados na historia de suas vidas, que foram
cuidadosamente comprovadas e anotadas para que chegassem até os dias de
hoje.
Portanto, é
inútil pensar que a produção destes fenômenos seja uma ocorrência funesta, ou
permitir que este conhecimento caia em mãos erradas, porque o homem tem o
livre-arbítrio para tudo e pode escolher pelos seus atos o caminho do mal ou o
do bem, sendo responsável por suas escolhas, com consequentes
responsabilidades e compromissos para o porvir.
A Viagem da Alma –
Desdobramento, um caminho para a Evolução
Espiritual
Rinaldo de Santis
– Espírito Lázaro
Surge a Era Nova
O sol da esperança desbasta as trevas da ignorância.
Pequenos grupos de servidores verdadeiros do Evangelho, no silêncio da renúncia, estão levantando os pilotis sobre os quais será erguida a Era Nova.
Sem alarde, em luta ingente, esses corações convidados constituem segurança para o mundo melhor de amanhã.
Não obstante o vendaval, as ameaças do desequilíbrio e o predomínio aparente das forças da violência, o bem, corno fluido de libertação, penetra todo o organismo terrestre preparando o mundo novo.
Não engrossam as fileiras dos desanimados, nem aplaudem a insensatez dos perversos ou apóiam a estultícia dos vitoriosos da ilusão.
Quem aprendeu a confiar em Jesus põe as suas raízes na verdade. São minoria, não, porém, grupo ao abandono.
Todos os grandes ideais da humanidade surgem em pequeninos núcleos, que se alargam em gerações após gerações.
O Cristianismo restaurado, por sua vez, é a doutrina do amanhã, no enfoque espírita, porque, enquanto a mensagem de Jesus teve de destruir as bases do paganismo para erguer o santuário do amor, o Espiritismo deve apenas erigir, sobre o Cristianismo, o templo luminoso da caridade.
Chamados para este ministério, não duvidam, alegrando-se por ter seus nomes inscritos, como diz o Evangelho, no livro do reino dos céus e serem conhecidos do Senhor.
Nossa Casa tem ação. É hoje reduto festivo, santuário que alberga Espíritos mensageiros da luz, oficina onde se trabalha, escola de educação e hospital de recuperação de vidas.
Com outros Obreiros aqui temos estado, mantendo a chama da verdade acesa - como ocorria com os antigos faróis com a flama ardente, apontando a entrada dos portos e mais tarde dando notícias dos recifes e perigos do mar.
Filhos da alma, nunca desistam de fazer o bem, face ao aparente triunfo do mal em desgoverno, em torno de suas vidas.
Passada a tempestade, a luz volta a fulgir.
A sombra é somente ausência da claridade. Não é real.
Só Deus é Vida; somente o Bem é meta.
Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Momentos Enriquecedores
sábado, 1 de setembro de 2012
Gratidão e Evolução Pessoal
"Todas as criaturas têm papéis de relevante importância a desempenhar no universo, permitindo que a consciência reflita as ocorrências do cosmo e logre introjetá-las na consciência individual, por fim na coletiva.
Herdeiro das experiências pessoais, o ser humano é convidado a crescer em cada etapa do seu processo de desenvolvimento ético-moral, experienciando pequenos valores que se transformam em significados profundos.
A solidariedade, por exemplo, raramente é exercitada como aplicativo gratulatório, devendo ensejar o hábito de ser-se útil, de estar-se vigilante e lúcido sempre para ajudar, contribuindo em favor da mudança para um patamar histórico e moral mais elevado.
Essa cooperação expressa-se mediante o interesse de tornar a existência na Terra mais feliz, diminuindo os nexos de atritos e de desconforto moral, social e econômico, através das pontes da gentileza e do auxílio que se pode colocar "
a disposição daquele que o necessita. Esse esforço faculta consciência ao ego sobre a sua responsabilidade de superar a sombra e vincular-se ao self em ação dinâmica e portadora de edificações significativas. Tal conduta favorece o indivíduo com a alegria de viver, auxilia-o na libertação do estresse, evitando que tombe na neurastenia e na depressão.
Exercitando-se o sentimento gratulatório, automatiza-se o comportamento que se fixa no inconsciente, passando a exteriorizar-se noutras oportunidades sem nenhum esforço.
Ampliando o elenco da gratidão, vale considerar-se a ternura que vem perdendo espaço no comportamento dos indivíduos armados contra as ocorrências perturbadoras, e praticamente só é expressa nos relacionamentos mais íntimos, nos momentos de emoção afetiva especial entre os familiares e amigos mais próximos. A ternura, no entanto, deveria ser uma conduta natural, irradiante gentileza e prazer na convivência com tudo quanto cerca o indivíduo.
A gratidão contribui para essa batalha silenciosa que se trava na psique , porque oferece uma visão ampla do mundo e profunda de todos aqueles que fazem parte do círculo das amizades humanas."
Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Psicologia da Gratidão
ORAÇÃO A SÃO JOSÉ.
ORAÇÃO A SÃO JOSÉ.
A vós, SÃO JOSÉ, recorremos em nossa tribulação, e depois de
termos implorado o auxílio de vossa SANTÍSSIMA ESPOSA e cheios de
confiança, solicitamos também o vosso patrocínio. Por esse laço sagrado
de caridade que vos uniu à VIRGEM IMACULADA, MÃE de DEUS, e
pelo amor paternal que tivestes ao MENINO JESUS,
ardentemente vos suplicamos que lanceis um olhar benigno
sobre a herança que JESUS CRISTO conquistou
com Seu Sangue, e nos socorrais nas nossas necessidades com
o vosso auxílio e poder.
Protegei, ó guarda providente da SAGRADA FAMÍLIA, o povo
eleito de JESUS CRISTO. Afastai para longe de nós, ó Pai
Amantíssimo, a peste, o erro e o vício que aflige o mundo. Assisti-nos do alto
do Céu, ó nosso Fortíssimo Sustentáculo, na luta contra o
poder das trevas, e assim, como outrora salvastes da morte a vida
ameaçada do MENINO JESUS, defendei também agora a Santa IGREJA de
DEUS, conta as ciladas dos seus inimigos e contra toda a adversidade.
Amparai a cada um de nós com o vosso constante patrocínio, a
fim de que, a vosso exemplo e sustentados com o vosso auxílio, possamos viver
virtuosamente, piedosamente morrer e obter no Céu a eterna
bem-aventurança. Amém.
São José, rogai por nós.
CONSAGRAÇÃO AOS TRÊS SAGRADOS CORAÇÕES
Sagrado Coração de Jesus, Imaculado Coração de Maria e
Castíssimo Coração de São José, eu vos consagro neste dia
(tarde ou nesta noite): a minha mente (+
fazer o sinal da Cruz),
as minhas palavras (+), o meu corpo (+), o meu Coração (+) e
a minha alma (+), para que a vossa vontade se cumpra através
de mim neste dia (nesta tarde ou noite). Amém!
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