segunda-feira, 31 de março de 2014

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quinta-feira, 27 de março de 2014

O Mistério de ísis escrita por Arthemisys


Capítulo 1
O prólogo


O Mistério de Ísis
O Prólogo
 “Se o mal não existir, então qual será a finalidade do bem?”
Autor desconhecido
No início, o mundo era sem forma e vazia, na visão dos cristãos.  Para os gregos, apenas o Caos existia.  Mas nessa história, o princípio de tudo era apenas Nun, o Oceano Primordial, onde Aton, o deus original, dormia seu sono eterno protegido no interior de uma flor de lótus. ....


http://fanfiction.com.br/historia/23297/O_Misterio_de_isis/capitulo/1/



: O Hino Homérico a Deméter e os Mistérios de Elêusi...

: O Hino Homérico a Deméter e os Mistérios de Elêusi...: por Osvaldo Duarte Do conjunto dos hinos homéricos, um dos mais antigos é o Hino a Deméter, cuja composição data por volta do séc. ...

quarta-feira, 26 de março de 2014

Los misterios de eleusisPresentation Transcript

  • 1. Los misterios eleusinos eran ritosde iniciación anuales al culto a las diosas agrícolas Deméter y Perséfone que se celebraban en Eleusis.
  • 2. Los misterios Los misterios estaban basados en un mito protagonizado por Deméter. Su hija, Perséfone, fue secuestrada por Hades. Deméter era la diosa de la vida, la agricultura y la fertilidad. Descuidósus deberes mientras buscaba a su hija, por lo que la Tierra se heló y la gente pasó hambre: el primerinvierno. Durante este tiempo Deméter enseñó los secretos de la agricultura a Triptólemo. Finalmente Deméter se reunió con su hija y la tierra volvió a la vida: la primera primavera.
  • 3. Perséfone permanecía con Hades durante untercio del y con su madre los restantes ochomeses.Los misterios eleusinos celebraban el regresode Perséfone. Perséfone había comido semillasmientras estuvo en el inframundo y surenacimiento es un símbolo del renacimientode toda la vida vegetal durante la primavera yde toda la vida sobre la tierra.
  • 4. Clases de misteriosLos misterios menores se celebraban en el mes de anthesterion. Los sacerdotes purificaban a los candidatos para la myesis de iniciación.Sacrificaban un cerdo a Deméter y entonces se purificaban a sí mismos.
  • 5. Los misterios mayores tenían lugar enboedromion y duraban nueve días. El primer acto de los misterios era el traslado de los objetos sagrados desde Eleusis hasta el Eleusinion. El 15 de boedromion, los hierofantes (sacerdotes) declaraban el prorrhesis, el comienzo de los ritos.
  • 6. La procesión comenzaba en el cementerio ateniense y la gente caminaba hasta Eleusissiguiendo la «Vía Sagrada», balanceando ramas llamadas bakchoi por el camino. En un determinado punto, gritaban obscenidades enconmemoración de Yambe (una vieja que habíahecho sonreír a Deméter cuando lloraba por su hija).
  • 7. Tras llegar a Eleusis, había un día de ayuno. El ayuno se rompía para tomar una bebidaespecial de cebada y poleo llamada kykeon. Los iniciantes entraban en una gran sala llamada Telesterion donde les eran mostradas las sagradas reliquias de Deméter, aquellos que eran iniciados tenían prohibido hablar de los sucesos que tenían lugar en el Telesterion, so pena de muerte.
  • 8. Historia de los misterios Habrían empezado en torno al 1500 a. C., durante la época micénica. Se celebraron anualmente durante unos dos mil años. Había dos tipos de misterios: los misterios menores y los mayores, separados por 3 o 5 años. Los misterios menores se celebraban en Agra y los mayores en Eleusis. En los misterios mayores los novicios efectuaban estudios preparatorios durante unos dos años, para luego ser conducidos a la epoptia o autopsia; dando elsentido de "ver por uno mismo" la contemplación de la verdad.
  • 9. A partir del año 300 a. C., el estado tomó el control de los misterios. Esto provocó un incremento en el número de iniciados. Los únicos requisitos para participar en losmisterios era carecer de «culpas de sangre», lo que significaba no haber cometido asesinatoalguno, y no ser un bárbaro. Se permitía iniciar a hombres, mujeres e incluso esclavos.
  • 10. El fin de los misterios eleusinos en el sigloIV d. C. fue narrado por Eunapio. Eunapio había sido iniciado por el último hierofante legítimo, a quien el emperador Juliano le habíaencargado la restauración de los misterios, que habían caído en decadencia. El último hierofante fue un usurpador, «el hombre de Tespiai que ostenta el título de Padre de los misterios de Mitras» como le llamó Eunapio.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014



Animismo

O animismo, em seu sentido mais estrito, é a doutrina de almas e, no mais amplo, a
doutrina de seres espirituais em real. O termo ‘animatismo’ também foi usado para indicar a teoria do caráter vivo daquelas coisas que nos parecem ser objetos inanimados  e a expressões ‘animalismo’ e ‘hominismo’ também são empregadas em relação a isto. A palavra ‘animismo’, originalmente utilizada para descrever um sistema filosófico específico, parece ter recebido de Tylor o seu atual significado. Freud - Totem e Tabu.

As religiões primitivas da África são de natureza animistas. Diz-se animista porque têm a natureza como sagrada e por trás de cada elemento natural existe uma divindade que a dirige e protege. Sendo assim, as religiões africanas que aportaram no Brasil trazidas pelos escravos, não poderiam serem agregadas inteiramente ao nosso país por força da diversidade dos elementos brasileiros em contraste com os africanos. Diante disso, era forçoso o surgimento da Umbanda que, adequando os elementos daquela religião e agregando outros próprios daqui, pudesse ser aclimatada e praticada entre nós.

Pelas mesmas razões, sou de entender que a Religião Grega, cunhada como mitologia pela Igreja Católica que a sufocou com a força das legiões romanas, também tem essa religião como tronco, ou, pelos menos abeberam na mesma fonte num passado longínquo.

O sacrifício de animais sacrificado nas religiões africanas, também era utilizaado na religião grega e cada deus tinha o seu animal propiciatório. As últimas palavras de Sócrates, refere-se à uma dívida de um galo com o Deus Asclépio. No Canto XI da Odisséia, nos é mostrado com toda clareza um ritual de magia negra, não faltando uma bacia de sangue, onde Ulisses evoca o espírito do advinho Tirésias. é de supor que a Religião Grega continha uma riqueza muito maior do que a que chegou até nós. Um grande herança do nosso passado foi soterrada pela Igreja Católica na sua busca pela primazia e detentora de todo poder.   Aamâncio

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

TEORIA DO CAOS
 
 
Tanto no campo universal como natural, o desequilíbrio é a chave da destruição
 
 
Meditemos sobre o papel do equilíbrio em nossas vidas. A casa do Pai, o universo, reside em perfeito conúbio entre si. A troca energética não se dá apenas através das forças gravitacionais, porém, e igualmente, através do fluido cósmico universal, ao qual estamos mergulhados. O equilíbrio moral, fornecendo a cada planeta as presenças espirituais necessárias, é mantido da mesma forma pelo intercâmbio de abnegados ou imerecedores espíritos.

Num campo mais micro, reflitamos sobre o que mantém a atividade corpórea de todos os seres vivos. A vida física só é mantida através do equilíbrio químico ou ambiental. Falando em meio ambiente, o equilíbrio é a lei que rege a “convivência” entre as espécies do reino animal. Os exemplos são vastos, tanto no campo universal como natural; o desequilíbrio é a chave da destruição.

Agora imaginemos os efeitos do desequilíbrio em nós:
Indolência
Muitos irmãos encontram-se sob a letargia do tempo e da mente. Não sentem a mínima vontade de dirigirem-se ao trabalho físico ou mental, buscam no conforto o descanso que nunca obtiveram, pois só descansa quem está cansado. Entretanto, a necessidade orgânica e familiar bate à porta e estes se veem obrigados a trabalhar. Obrigação, no sentido de forçar alguém a algo, eis a chave da infelicidade. O trabalho é lei da vida e resulta em produção física de repercussão mental, pois aquele que dedica-se a tarefa digna contribui para o bem estar próprio pela simples sensação de utilidade e dever cumprido, afetando positivamente a autoestima. Por mais árdua que seja a tarefa ocupacional, o trabalho é sempre elemento libertador. Então, por que muitos se entregam a desmotivação? Caminham para a tarefa diária como gado ao abatedouro, morrendo um pouco diariamente, aguardando com ansiedade o final de semana e esgueirando-se de toda e qualquer atividade produtiva?

A resposta está, obviamente, no desequilíbrio interior. Entretanto, outros autores dissertariam de forma mais competente sobre o assunto. Contudo, vale a pena analisar o fenômeno da indolência e desmotivação no trabalho da casa espírita. Muitos irmãos, de grande potencial, fecham-se às atividades da célula espírita por não acharem-se úteis, ou por acreditarem não fazerem falta ao trabalho da casa. As tarefas seguirão sem o nosso concurso, porém, jamais seguiremos o caminho evolutivo sem as atividades no campo de trabalho do amor.

Outros tantos espíritas convictos simplesmente abandonam a tarefa por melindre. Escutam a crítica injusta, expressada de forma mal-educada e simplesmente deixam o compromisso de lado. Como se o Cristo nunca tivesse encontrado opositores ou recebido ofensas, apesar das sublimes intenções e superioridade moral. O Mestre encontrou apenas dificuldades, da manjedoura à cruz, e jamais cogitou desistir ou “diminuir o ritmo” de trabalho. Os líderes espíritas de uma casa são companheiros de jornada, necessitados, exatamente como nós. Portanto também possuem os respectivos problemas no lar, no trabalho, de saúde etc. Todos temos os dias de mal humor, sob a repercussão da vida. Porém abandonar definitivamente a tarefa por conta de melindre é desequilíbrio da motivação, o qual leva a indolência; e da humildade, conduzindo-nos à “razão” orgulhosa.

Orgulho
 
O que é ser humilde? Segundo Emmanuel, mentor do nosso Chico, humildade é executar da melhor forma possível todas as tarefas que a providência divina nos atribui. Ou seja, desempenhar o melhor diante das atividades abraçadas. Partindo para exemplos, é ser o melhor pai/mãe possível, em detrimento a ingratidão dos filhos; o irmão mais amigo, a despeito das traições e ofensas fraternas; o melhor marido/esposa, apesar dos momentos de crise conjugal. Em suma, é realizar o melhor diante dos compromissos diários, apesar da indiferença dos pares e/ou falta de reconhecimento dos gestores. Obviamente, incluo neste último exemplo o trabalho na casa espírita. Entendamos que humildade não é ficar calado diante de uma crítica mal feita ou ofensa; o nome disto é falta de amor próprio. A humildade está em responder a crítica, sem desequilíbrio emotivo, de forma madura, racional e educada. Claro que este estágio é de difícil alcance. Porém se conseguirmos, provisoriamente, “engolir o sapo”, digerir o acontecido, para posteriormente ter uma conversa baseada no equilíbrio (olha ele aqui de novo) com o autor da crítica, significa que estamos no caminho certo. Se todos nós fôssemos capazes de assim proceder, certamente estaríamos em outro patamar evolutivo e teríamos uma taxa muito menor de abandono às tarefas espíritas. Vejam que a perda da motivação que leva a indolência, ou inatividade, é muitas vezes fruto de raízes orgulhosas, desequilíbrio da humildade.
Ódio
Muitas e tantas vezes presenciei espíritos em deplorável condição de ódio, sob a terapêutica mediúnica, renderem-se ao contato da figura de mãe. O ódio estava presente? Certamente. E o amor? Também. Quantas vezes maridos desencarnados, considerando-se traídos pelas respectivas esposas encarnadas, tiveram o ódio dissipado ao contato do entendimento do processo evolutivo e reencontro com os antigos erros? Em ambos, e em muitos outros casos, o amor era a base do ódio. Não se pode odiar sem o envolvimento do amor. Portanto o ódio é o amor em desequilíbrio, sentimentos de grande intensidade. Ao mesmo tempo próximos e antagônicos, os quais merecem o devido tratamento da reflexão, entendimento das origens e causas. A suscetibilidade e raízes do ódio são, por vezes, tão fortes, que apenas a apresentação de “quadros” do passado podem convencer vítimas de tal sentimento a um recomeço, sem cogitar, por enquanto, o perdão. Devemos sugerir, inclusive a nós mesmos, o esquecimento. Desta forma o perdão, paulatinamente, passará a ser opção.
Revolta
Inúmeros irmãos perdem-se nos escaninhos das drogas ou em constantes desânimos, fruto da inconformação, simplesmente por não compreenderem o ambiente em que se encontram. Por exemplo, encontrar pelo caminho genitores pouco comprometidos, ou até mesmo a ausência deles é prova das mais difíceis. Porém, revoltar-se com a situação atual, muitas das vezes previamente programadas no plano espiritual, é necrosar a própria consciência e utilizar as forças vitais contra si ou sociedade.

Concordo que é difícil conformar-se com uma situação de injustiça ou dificuldade financeira, física ou social etc. Porém, revoltar-se contra o mundo é pavimentar a estrada da própria vida com o asfalto da dor. Certamente, a energia gasta em atitudes de revolta seria muito melhor aproveitada se entregue ao trabalho útil. A revolta é fogo que consome nossas melhores emoções e desgasta o corpo físico como uma vela com pavio aceso em ambas extremidades. A paciência seguida do trabalho é a melhor resposta diante das dificuldades impostas pela existência. Lembremos do nosso Chico, o qual afirmava nascermos na família, sociedade, condição física e financeira mais adequada às nossas necessidades espirituais. Portanto, se confiamos em Deus e na Sua infinita justiça e bondade, e ainda, se sabemos que nada no universo ocorre por acaso, então, toda e qualquer revolta torna-se vazia de razão.

Reflitamos que, apesar dos danos causados, muitos buscam o desequilíbrio através dos excessos em todas as matizes. Consumo excessivo de entorpecentes, incluindo as drogas legalmente permitidas, o ato “consciente” da revanche, o alimentar de querelas mal resolvidas, todas essas são formas conscientes de buscar o desequilíbrio. Como desejarmos uma vida feliz, fomentando o desequilíbrio, tão danoso em todos os aspectos da natureza? Não seriam os exemplos externos do desequilíbrio uma boa pista sobre o que acontecerá conosco?

O equilíbrio é o melhor amigo, por vezes de difícil alcance, por conta da nossa evolução moral em adição aos acontecimentos diários. Porém a reflexão unida ao contato com os bons espíritos, através da oração, é ótima conselheira nos momentos de dificuldade e desespero. Buscar o equilíbrio é buscar a paz, a harmonia e, naturalmente, a felicidade. Não deixemos que a teoria do caos tome posse de nós.
 
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